Grupo de 14 parlamentares,
liderado por Luis Carlos Heinze (PP-RS), foram à PGR após divulgação do
relatório das Forças Armadas sobre o pleito
O senador Luis Carlos Heinze (PP-RS),
em união com outros 13 congressistas que integram a base de apoio do governo
Jair Bolsonaro (PL) no Senado Federal, entraram com uma representação junto à
Procuradoria-Geral da República (PGR) para que o órgão retome as investigações
sobre possíveis fragilidades no processo eleitoral. A ação dos senadores
baseia-se no relatório divulgado pelas Forças Armadas em
que os técnicos militares não excluem a possibilidade de fraude. Mais cedo,
o Ministério
da Defesa divulgou uma nota em que lista possíveis riscos na
segurança dos programas eletrônicos instalados nas urnas eletrônicas, já que os
itens se conectam aos computadores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante
a compilação do código-fonte, os testes de funcionalidade não foram o
suficiente para extinguir a possibilidade de um código malicioso alterar o
funcionamento do sistema de votação, além das restrições impostas ao acesso
adequado dos técnicos militares ao código-fonte e às bibliotecas de software.
“Diante de um processo eleitoral tão conturbado, dirimir possíveis dúvidas é um
dever do Estado”, afirmou Heinze, que disputou recentemente as eleições para o
cargo de governador do Rio Grande do Sul.
Por Jovem Pan

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