Sem reservas, Rússia mobiliza civis devedores para lutar na guerra, diz Ucrânia | Rio das Ostras Jornal

Sem reservas, Rússia mobiliza civis devedores para lutar na guerra, diz Ucrânia

Esta captura de vídeo tirada de uma filmagem 
divulgada pelo Ministério da Defesa da Rússia 
em 7 de março de 2022 mostra um suposto avanço 
de uma unidade de tanques russos na região de Kiev. 
Russian Defence Ministry / AFP

Informação foi divulgada pelo serviço de inteligência ucraniano, ligado ao Ministério da Defesa do país

Em atualização nas redes sociais, a inteligência da Ucrânia, ligada ao Ministério da Defesa do país, publicou que a Rússia está mobilizando pessoas que tenham problemas com empréstimos e devedores de pensão alimentícia para a guerra. Segundo a Pasta, com o avanço da guerra, que completa um mês na próxima quinta-feira, 24, os russos estariam ficando sem reservistas para reabastecer o exército e estaria buscando alternativas para manter a ofensiva em solo ucraniano até atingir seus objetivos – que inclui a desmilitarização do país vizinho e sua garantia de posição neutra diante da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), além do reconhecimento da Crimeia como território russo e independência de duas regiões separatistas no leste do território.

“Dada a total falta de reabastecimento da reserva do exército de combate, os ocupantes [russos] recorrem a novas formas de “mobilização”. Devido à relutância dos reservistas em retornar ao exército e à recusa em massa de assinar contratos, a promotoria russa está propositalmente procurando pessoas que tenham problemas com empréstimos, pensão alimentícia e outras dívidas. Ao mesmo tempo, o número dessas pessoas está aumentando gradativamente, dadas as consequências para a economia russa das sanções impostas [pelos países ocidentais]. Assim, os devedores recebem isenção de todas as obrigações de crédito no caso de assinar um contrato com o exército russo. Em particular, propostas semelhantes começaram a se espalhar no país, principalmente na República do Tartaristão, Pyatigorsk, Rostov-on-Don e no norte do Cáucaso. O recrutamento de pessoas que têm problemas com a lei também continua. Os criminosos recebem uma anistia completa em troca da participação nas hostilidades na Ucrânia”, escreveu o Ministério da Defesa da Ucrânia nas redes sociais.

Por Jovem Pan

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