A presidente da Fundação,
Cristiane Regis, abriu os trabalhos
O desejo de desenvolver e fomentar ainda mais a Cultura no Município, em todos os segmentos, foi a tônica do discurso de todos os novos conselheiros presentes na solenidade de posse do Conselho Municipal de Cultura para o biênio 2021/2023, realizada nesta terça-feira, dia 26, na Casa de Cultura Bento Costa Jr.
A presidente da Fundação Rio das
Ostras de Cultura, Cristiane Régis, abriu a noite dando as boas vindas aos
novos conselheiros e falando da importância do Conselho para a Cultura do
Município. “A Fundação está de portas abertas para que possamos trabalhar
juntos em prol de todos os segmentos artísticos existentes na Cidade. A
participação de todos é importante e fundamental para a divulgação e fomento da
Cultura como um todo. Parabéns aos novos conselheiros e vamos juntos porque
temos muito trabalho pela frente”, declarou.
Ao final da assinatura do termo
de posse, foi definida a Mesa Diretora do Conselho, que é formada por Ubiratan
Nunes da Silva, presidente; Carlos Alberto “Mistério” da Silva,
vice-presidente; Thaís Corrêa e Castro Gonçalves, primeira secretária; e Michelle
Teles Devellard, segunda secretária.
A nova Mesa indicou e o Conselho
aprovou que o Fórum que vai fazer a análise das metas do Plano Municipal de
Cultural e a eleição dos representantes das cadeiras de Teatro/Circo e de Dança
será no próximo dia 8 de novembro e a data da primeira reunião ordinária dessa
gestão para o dia 10.
Em seu discurso, o presidente
Ubiratan Nunes da Silva falou sobre o fato da gestão anterior ter tido o
trabalho prejudicado pela pandemia. “Os antigos conselheiros precisaram se
dedicar apenas às ações emergenciais que consumiram muito o Conselho e a
Fundação de Cultura. Agora temos a oportunidade de colaborar para que as
políticas culturais, cada vez mais efetivas, sejam postas em prática. O
Conselho amadurece a cada dia e os conselheiros estão muito empolgados para
isso. Estou muito feliz por ter sido indicado para presidir essa gestão e tenho
certeza que será de muito trabalho”, falou.
Para Carlos Eduardo Lopes
Fagundes, este Conselho tem a oportunidade de transformar Rio das Ostras em um
dos grandes polos culturais do país. “Temos grandes artistas que moram na
Cidade e temos à frente da Fundação de Cultura uma pessoa que realmente se
importa e que dá voz e vez à toda classe artística. Com isso, cria-se a catarse
perfeita para o sucesso. Eu acredito que podemos fazer a diferença”, opinou
Representado a sociedade civil e
titular da cadeira LGBTQIA+ no Conselho, Willysson Barboza Vieira acredita que
essa comunidade terá uma participação maior na Cultura da Cidade. “Minha
expectativa é a melhor possível. Quero dar voz e vez a nossa comunidade
LGBTQIA+ e garantir uma atuação maior em todas as vertentes culturais
existentes em Rio das Ostras”, disse
Segundo Thaís Corrêa e Castro
Gonçalves, titular da cadeira de Patrimônio Material e Imaterial, o objetivo do
novo Conselho deve ser o de dar continuidade aos projetos em andamento. “Além
disso, vamos agregar novos projetos sugeridos pela sociedade civil, dentro do
possível. Sobretudo, levar a Cultura onde ela precisa chegar, buscando a
identidade riostrense, através da sensibilização, para que tenhamos o
desenvolvimento sustentável necessário e fundamental para a condição da vida
humana”, esclareceu.
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