
Clínica funcionava em condições insalubres.
REPRODUÇÃO/RECORD TV RIO
Médico e esposa foram presos
após realizarem procedimento nesta quinta-feira (2); dupla já havia respondido
pelo crime em Manaus
A Polícia Civil interditou uma casa que funcionava como clínica de aborto clandestina na Freguesia, zona oeste do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (2). Os responsáveis pelo local, um médico de 70 anos e sua esposa, de 41, foram presos em flagrante.
De acordo com o delegado Adriano
França, da DCAV (Delegacia da Criança e Adolescente Vítima), o casal era
investigado desde de fevereiro e, nesta quinta, realizariam o procedimento em
uma mulher.
Os agentes não chegaram a tempo
de interromperem a cirurgia e a paciente, que sofreu complicações, foi
encaminhada à maternidade Leila Diniz, na Barra da Tijuca, também na zona
oeste. Ela pode ser autuada por ter autorizado a prática do aborto.
No imóvel, que era utilizado como
moradia pelo casal, foram encontrados bombas de vácuo, materiais hospitalares e
medicamentos abortivos vencidos. Segundo a polícia, a dupla já havia sido presa
em Manaus pelo mesmo crime em 2019. Eles cobrariam cerca de R$ 5 mil por
procedimento.
França afirmou que os dois irão
responder por prática de aborto em terceiros e crime contra o consumo, em
virtude das condições insalubres nas quais funcionava a clínica. Além disso, o
homem pode ser indiciado por exercício ilegal da medicina, já que não estava
habilitado para atender pacientes no Rio de Janeiro.
Victor Tozo, do R7*, com Record TV Rio
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