Segundo a agência espacial russa, a estrutura será montada na superfície do satélite natural da Terra a ou ficará na órbita
Estrutura
será aberta a todos os países interessados
A agência
espacial russa Roscosmos anunciou nesta terça-feira (9) a assinatura de um
memorando com a China para construir conjuntamente uma estação "na
superfície ou em órbita" da Lua.
Em nota,
Roscosmos especificou que o projeto "Estação científica lunar
internacional" com a agência espacial chinesa será aberto a "todos os
países interessados e parceiros internacionais", embora não tenha
especificado detalhes sobre cronograma ou valores investidos.
Gateway
Artemis
Simultaneamente,
a Nasa, a agência espacial norte-americana, e a SpaceX, empresa de sistemas
espaciais do bilionário Elon Musk, estão trabalhando desde abril do ano passado
na fabricação de módulos de pouso na Lua, para que, em 2023, uma estação
orbital lunar, nomeada Gateway Artemis, possa começar a ser montada.
Como o próprio
nome sugere, o projeto é parte da missão Artemis, que tem como objetivo é
retomar às missões tripuladas à Lua a partir de 2024, e servirá ainda para
demonstrar quais tecnologias serão necessárias em uma missão tripulada à Marte
em um futuro distante.
O primeiro voo
rumo à estação está previsto para ocorrer antes de maio de 2024, quando o
elemento de energia e propulsão do Gateway (PPE) e seu Posto Avançado de
Habitação e Logística (HALO) serão lançados a bordo do foguete SpaceX Falcon
Heavy.
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Na sequência,
um módulo de serviço com elementos essenciais de suporte à vida – incluindo
oxigênio, água, eletricidade e controles de temperatura – será lançado durante
o segundo voo planejado da Nasa de seu novo mega foguete, o Space Launch System
(SLS). Essa missão, conhecida como Artemis 2, será a primeira missão tripulada
do programa Artemis.
Sofia
Pilagallo, do R7*, com AFP
*Estagiária
do R7 sob supervisão de Pablo Marques

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