
Mandado foi
expedido pelo ministro do STF Alexandre de Moraes a pedido da PGR
(Procuradoria-Geral da República). Há ordem para deter outras 5 pessoas
A ativista Sara
Winter foi presa pela PF (Polícia Federal) nesta segunda-feira (15) em
inquérito que investiga atos contra o Congresso Nacional e o STF (Supremo Tribunal
Federal).
O mandado de
prisão foi expedido pelo ministro da Corte Alexandre de Moraes a pedido da PGR
(Procuradoria-Geral da República).
Outros
integrantes do grupo estão sendo presos nesta manhã. Além da detenção da
ativista, há ordens para levar para a cadeia outras cinco pessoas. Até agora,
apenas um mandado foi cumprido.
Sara Winter faz
parte do movimento de apoio ao presidente Jair Bolsonaro chamado 300 do Brasil.
No Twitter, um
administrador da página de Sara Winter se manifestou sobre a prisão e criticou
a ação da PF.
Ainda no sábado, um grupo de manifestantes retirados de um acampamento montado na Esplanada dos Ministérios causou tumulto e aglomeração enquanto efetuavam disparos de fogos de artifício em direção ao prédio do STF.
Sara Winter foi presa por conta de uma investigação sobre financiamento de protestos antidemocráticos. Isso mesmo, as manifestações onde idosos, crianças, deficientes, mulheres participavam em apoio ao PR @jairbolsonaro é a tal manifestação 'antidemocrática'. #AdmAqui— Sara Winter (@_SaraWinter) June 15, 2020
Winter liderou o grupo que invadiu a cúpula do Congresso Nacional no sábado (13), onde ficaram por 30 minutos. Depois, ocupou o gramado em frente ao espelho d'água do Congresso.Terroristas ANTIFA: Quebram patrimônios públicos, esfaqueiam policiais, agridem, ameaçam, pedem ditadura do proletariado. NADA ACONTECE, DEMOCRÁTICO.— Sara Winter (@_SaraWinter) June 15, 2020
Sara Winter: Cobra políticos, cobra o STF, vai pra manifestação em apoio ao presidente @jairbolsonaro . PRESA PELA PF, NAZISTA!
Os
manifestantes pró-Bolsonaro protestaram contra os demais poderes em Brasília.
Eles cobram que o presidente intervenha em defesa do grupo, alvo de
investigações do Ministério Público por suspeita de porte de arma.
Ainda no sábado, um grupo de manifestantes retirados de um acampamento montado na Esplanada dos Ministérios causou tumulto e aglomeração enquanto efetuavam disparos de fogos de artifício em direção ao prédio do STF.
Renata
Varandas, da Record TV, e Giuliana Saringer, do R7
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