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| População poderá voltar a praticar exercícios na orla. ELLAN LUSTOSA/CÓDIGO19 |
Entre as
atividades liberadas estão exercícios ao ar livre e esportes no mar. No
comércio, concessionárias, lojas de móveis e decoração abrem hoje
A partir desta
terça-feira (2), começa a valer o decreto municipal que autoriza exercícios ao ar
livre, prática de esportes no mar e atividades em igrejas e templos religiosos
no Rio de Janeiro. É permitido, por exemplo, caminhar pelo calçadão na
orla, mas não está liberado ocupar a faixa de areia ou dar mergulhos.
Além do
comércio essencial, agências de automóveis, lojas de móveis e decoração também
tiveram o funcionamento autorizado hoje.
As novas medidas de
isolamento para contenção da pandemia do novo coronavírus fazem parte da
primeira fase entre as seis que integram o plano de reabertura gradual
anunciado, na segunda (1º), pelo prefeito Marcelo Crivella.
Cada etapa do
programa tem duração de 15 dias e pode ser reavaliada em caso de necessidade,
segundo Crivella. A previsão é a de que todos os setores da economia voltem a
funcionar em agosto.
Ainda de acordo com
a prefeitura, lanchonetes, bares e restaurantes continuam funcionando com
entrega em casa ou retirada do produto no local.
Quem desrespeitar
os critérios e as regras de convívio para a reabertura será multado pela
Vigilância Sanitária e órgão fiscalizadores da prefeitura, podendo até ter
alvará de funcionamento cassado.
A prefeitura
criou uma lista para orientar sobre os padrões de comportamento. São as 10
regras de ouro, que incluem a higienização frequente das mãos, o uso de
máscaras e o distanciamento de 2 metros entre pessoas.
Saúde,
igrejas e funerais
Os atendimentos
de saúde poderão ser feitos mediante agendamento, exceto nas situações de emergência,
mas com a proibição de aglomerações.
O acesso de
acompanhantes às unidades de saúde será restrito, com exceção dos casos
permitidos legalmente. Nos procedimentos em que se produzem aerossóis, será
preciso higienizar todo o local após o atendimento.
As atividades
religiosas serão autorizadas em igrejas e templos com protocolos específicos,
sem aglomeração e mediante desinfecção dos locais.
Os funerais
permanecerão com restrição ao número de participantes, ao tempo de duração e
sem aglomeração de pessoas.
Lançamento
do plano
Crivella
ressaltou que, pela primeira vez, o Rio zerou a fila de espera por leitos de
tratamento da covid-19 e que este foi um dos motivos para o lançamento do plano
de retorno, que levou 40 dias para ser elaborado. Outro motivo é o agravamento
da falta de atendimento a pacientes com outras doenças, como o câncer, disse o
prefeito. Prolongar o afastamento indefinidamente pode trazer benefícios para o
tratamento da covid-19, mas trará problemas para outro grupo que "está
falecendo em números que nos surpreendem" por causa de outras
comorbidades, acrescentou. "Esses casos são urgentes.”
Do R7, com
Agência Brasil

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