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| Imagem: Divulgação/AP |
Revolta
pública iraniana enquanto regime negava insistentemente ter culpa pela queda do
avião.
A polícia
do Irã negou
ter disparado contra manifestantes que protestam contra líderes do país persa
desde o último sábado (11).
A onda de
insatisfação aumento após Teerã admitir que
abateu, sem intenção, uma aeronave Boeing 747 da Ucrânia, deixando 176
mortos.
Segundo a agência Reuters, em comunicado publicado nesta
segunda-feira (13), Hossein Rahimi, chefe de polícia de Teerã,
declarou:
“Nos
protestos, a polícia não atirou de forma nenhuma, porque os policiais da
capital foram ordenados a mostrar comedimento.”
Em mensagem no
Twitter no domingo (12), o segundo dia da nova onda de manifestações no
Irã, Donald
Trump, presidente dos Estados Unidos, alertou:
“Não matem seus manifestantes”.
Vídeos enviados
à ONG Centro para os Direitos Humanos no Irã, com sede em Nova York, mostram
uma multidão correndo, depois de uma granada de gás lacrimogêneo atingir os
manifestantes.
Outro vídeo
mostra uma mulher sendo carregada, deixando marcas de sangue pelo chão. Pessoas
ao seu redor gritavam que ela foi baleada na perna, como noticiou a RENOVA.
RENOVA
Mídia.

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