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| Buscas foram feitas na casa do empresário Divulgação / Polícia Civil |
Homem passou a
sustentar os menores, que foram morar na casa dele
Rio
- Policiais civis da 17ª DP (São Cristóvão) estão procurando um
empresário de 37 anos suspeito de ter estuprado seis crianças. As vítimas são
meninos e meninas com idades que variam de 10 a 14 anos de idade. Os crimes
teriam acontecido na casa do empresário, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio.
O caso foi
denunciado pela mãe de três crianças, no último dia 11 de junho. No depoimento,
ela contou que tinha acabado de descobrir os abusos que os filhos vinham
sofrendo. Os outros três menores são seus sobrinhos.
No depoimento,
a mulher disse que após se separar do pai de seus filhos, precisou morar de
favor na casa de uma amiga e aceitou o convite do empresário, que é filho de
consideração de sua sogra, para morar na casa dele, em novembro de 2018.
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Buscas foram
feitas na casa do empresário
Divulgação
/ Polícia Civil
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Em março
passado, ela se desentendeu com o homem e deixou o local, mas seus filhos
continuaram por lá, juntamente com a sogra, a avó deles.
De acordo com
as investigações, com as crianças morando em sua casa, o empresário as
transferiu para uma escola particular e passou a sustentá-las. A residência
tinha vários quartos e piscina, o que atraía os primos dos menores durante os
fins de semana e em datas comemorativas, quando o homem se aproveitava para
também abusar deles.
De acordo com o
titular da 17ª DP, o delegado Hilton Pinho, embora a casa do empresário
tenha vários quartos, as crianças costumavam dormir no quarto dele. Para
praticar os abusos, ele usava um medicamento para que elas pegassem no sono.
Durante o
inquérito, os policiais chegaram a cumprir mandados de busca e apreensão na
casa do empresário e em suas três empresas. Foi quando ele desapareceu.
Como há um mandado de prisão em aberto contra ele, é considerado foragido. Ele
teria passado por São Paulo e Paraná.
As crianças
foram encaminhadas para exame e o delegado aguarda relatórios dos psicólogos do
Núcleo de Atenção à Criança e ao Adolescente da Delegacia da Criança e
Adolescente Vítima (Naca/DCAV).
Por O Dia


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