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Formandos de
Macaé tiveram festa cancelada pela empresa
contratada — Foto: Rodolfo Ferreira/ Arquivo
Pessoal
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Estudantes
afirmam que pagaram R$ 4.600 pelo evento em Macaé, no RJ. Representantes da
empresa sumiram após anunciar o cancelamento.
Três anos de
expectativa frustrados por uma mensagem de texto enviada no dia da festa de
formatura pela empresa Aloha Formandos. Foi o que vivenciaram os formandos dos
cursos de Engenharia de Produção e Administração de uma faculdade em Macaé (RJ)
no sábado (20).
"Foi a
quebra de um sonho... Parentes vieram de outras cidades e estados. Ninguém
acreditava, achavam que era brincadeira. Já tinha gente no salão se
arrumando", relata Rodolfo Ferreira, uma das vítimas do golpe.
Ele conta que
24 estudantes da faculdade Miguel Ângelo da Silva Santos, a Femass, pagaram R$
4.600 pelo evento. O contrato foi fechado em 2016 e a festa estava marcada para
as 23h. O anúncio de que ela não aconteceria veio às 17h15. O mesmo aconteceu
com estudantes
de faculdades públicas e particulares do Rio.
A justificativa
dada pela empresa aos formandos para o cancelamento foi um problema no caminhão
faria o transporte de equipamentos necessários para a realização do evento.
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Alunos
procuraram a delegacia de Macaé, mas não conseguiram
registrar o
caso — Foto: Rodolfo Ferreira/ Arquivo Pessoal
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O G1 tentou
contato por telefone com a Aloha Formandos no domingo (21) e nesta
segunda-feira, mas nenhum representante atendeu as ligações. Segundo Rodolfo
Ferreira, o mesmo aconteceu após o anúncio de que o evento não iria mais
acontecer.
"Depois da
informação do cancelamento, todo mundo sumiu. Não atenderam mais o telefone. No
sábado um representante da empresa chegou a mandar áudios dizendo que estava
tudo certo", lembra Rodolfo.
Estudantes
buscaram a delegacia
Um grupo de 24
alunos se reuniu e foi até a 123ª Delegacia de Polícia para registrar o caso,
mas não conseguiu. De acordo com Rodolfo, eles foram orientados a esperaram até
a quarta-feira (24), quando a empresa disse que daria um posicionamento.
O G1 questionou a Polícia Civil o
motivo pelo qual o caso não foi registrado e aguarda um posicionamento.
* Estagiária
sob supervisão de Fernanda Soares.
Por Viviane Lopes e Larissa Vilarinho*, G1 e
Inter TV — Região dos Lagos


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