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Divulgação Ex-deputado
federal Rocha Loures
(esq.) era assessor de Temer
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A PR-DF
(Procuradoria da República no Distrito Federal) pediu nesta 3ª feira
(26.mar.2019) para que a Justiça aceite denúncia contra o ex-presidente Michel Temer (MDB) e
do ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (MDB-PR) no caso da mala com R$ 500 mil, de
2017.
Naquele ano,
Rocha Loures foi filmado pela PF (Polícia Federal) recebendo uma mala com R$
500 mil do executivo da JBS Ricardo Saud, em uma pizzaria em São Paulo.
Ele ficou conhecido como “o homem da mala de Temer” e se tornou réu
no processo do caso, acusado de corrupção passiva.
Temer foi denunciado pela PGR (Procuradoria Geral da República) ao
STF (Supremo Tribunal Federal), em junho de 2017, também por corrupção
passiva. No entanto, a maioria dos deputados da Câmara rejeitou o
prosseguimento da denúncia e o caso acabou engavetado até que ele concluísse o
mandato presidencial.
Com a saída de
Temer da Presidência e a perda do foro privilegiado, a denúncia contra o
ex-presidente muda de Instância. Quando alguém é denunciado pelo MP em uma
Instância da Justiça, mas o caso vai para outra, é o MP precisa ratificar a
denúncia. Não foi estabelecido prazo para o magistrado de 1ª Instância decidir
sobre.
ENTENDA O
CASO ROCHA LOURES
Rodrigo Rocha
Loures foi preso em 3 junho de 2017, após revelações
de empresários da JBS em acordo de delação premiada. Ele foi filmado saindo de uma pizzaria em São Paulo com R$ 500 mil
em uma mala entregue por 1 executivo da JBS relacionado.
O MPF
(Ministério Público Federal) sustenta que o montante é fruto de propina.
Em delação
premiada, Ricardo Saud, que entregou a mala, disse que os R$ 500 mil eram para
pagar Rocha Loures por intervir junto a organizações ligadas ao Estado. Ainda
segundo Saud, representou parte de 1 montante que poderia atingir 1 patamar de
R$ 38 milhões.
Poder360

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