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Presidente
dos EUA, Donald Trump, em imagem de
arquivo
(Foto: Leah Millis / Reuters)
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'New York
Times' teve acesso a gravação em que presidente diz que democratas vão 'revirar
tudo' se ganharem disputa no final deste ano.
O presidente
americano, Donald Trump, alertou líderes evangélicos de que, se os republicanos
perderem controle do Congresso nas eleições de meio de mandato, os democratas
vão implantar mudanças "rápida e violentamente", informou o jornal
"The New York Times".
Em um encontro
com esses líderes na Casa Branca na segunda-feira, Trump disse que
"tudo" está em jogo em sua agenda conservadora, caso o partido perca
em novembro, de acordo com uma gravação de áudio do encontro obtida pelo
diário.
Os democratas
"vão revirar tudo que fizemos e vão fazer isso rápida e
violentamente", frisou Trump, de acordo com a matéria do "Times"
publicada nesta terça.
"Vão
acabar com tudo imediatamente", insistiu.
"Quando
você olha para o Antifa", acrescentou, referindo-se aos grupos antifascistas
de esquerda, "e você olha para alguns desses grupos, são pessoas
violentas".
O jornal
consultou o porta-voz da Casa Branca Hogan Gidley, que não quis comentar as
declarações do presidente.
Não foi a
primeira vez que Trump alertou para a violência, caso as coisas não
transcorressem do jeito dele.
Na campanha
eleitoral de 2016, o magnata nova-iorquino chegou a afirmar que seus eleitores
reagiriam violentamente, se ele não vencesse as primárias republicanas.
"Acho que
haveria tumultos", advertiu Trump na época.
O "New
York Times" relatou que os repórteres foram autorizados a acompanhar
alguns breves comentários de Trump e o ouviram falar sobre aborto, liberdade
religiosa e desemprego entre os jovens.
Depois que a
imprensa foi retirada do recinto, porém, Trump mudou o assunto e fez sugestões
de como os líderes evangélicos podem ajudar os republicanos a vencer em
novembro, acrescentou o "Times".
"Apenas
peço a vocês para saírem e garantir que todo seu pessoal vote", afirmou.
"Porque,
se eles não votarem - é 6 de novembro -, se eles não votarem, vamos ter dois
anos miseráveis e vamos ter, sinceramente, um período de tempo muito difícil,
porque, aí, só tem uma eleição. Estaremos a uma eleição de perder tudo que
temos", advertiu.
Por France Presse

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