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Destroços do
voo MH17, da Malaysia Airlines, que foi
derrubado na Ucrânia (Foto: Peter Dejong/AP)
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Voo MH17 da
Malaysia Airlines de julho de 2014 foi derrubado por míssil que partiu de base
aérea em Kursk. Rússia nega envolvimento com o incidente.
A equipe
internacional que investiga a tragédia
do voo MH17 da Malaysia Airlines de julho de 2014 na Ucrânia
revelou pela 1ª vez nesta quinta-feira (24) que o míssil utilizado para
derrubar o avião foi transportado por uma brigada militar russa.
A Equipe de
Investigação Conjunta "chegou à conclusão de que o BUK-TELAR que derrubou
o voo MH17 veio da 53ª Brigada de Mísseis Antiaéreos com base em Kursk,
Rússia", afirmou o investigador holandês Wilbert Paulissen, segundo a
France Presse.
"A 53ª
Brigada integra as Forças Armadas da Rússia", delcarou em uma entrevista
coletiva na Holanda. Após a divulgação da constatação da investigação, o
Ministério de Defesa da Rússia voltou a negar envolvimento com a queda do
avião, de acordo com a agência russa Tass.
O avião, que
tinha 298 pessoas a bordo, ia de Amsterdam (Holanda) para Kuala Lumpur
(Malásia). Ele caiu quando passava pelo leste da Ucrânia, cenário do conflito
entre o exército de Kiev e os rebeldes separatistas pró-russos.
Desde o início
a Ucrânia acusou os serviços secretos russos de planejar a queda do avião. A
acusação era negada tanto pelos separatistas pró-russos como pelo governo
russo, que acusavam Kiev de atacar a aeronave com um de seus caças.
Por G1

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