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Kim Jong-Un
inspeciona suposta bomba de hidrogênio
para míssil
(Foto: KCNA via Reuters)
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Próximo
passo seria desenvolver arsenal de armas e capacidade de atirar múltiplos
mísseis em direção aos EUA, segundo diretor da agência. Mike Pompeo afirmou
ainda que meta de Kim Jong-Un pode ser reunificação das Coreias sob seu controle.
A CIA acredita
que o programa de mísseis da Coreia do Norte visa a coerção, e não apenas a
autodefesa, e que o próximo passo lógico de Pyongyang seria desenvolver um arsenal
de armas e a capacidade de atirar múltiplos mísseis em direção aos Estados
Unidos, disse o diretor da agência Mike Pompeo nesta terça-feira (23).
Falando no
Instituto Americano de Empreendimento, Pompeo também disse que um dos
principais riscos de permitir que a Coreia do Norte desenvolvesse seu programa
nuclear e de mísseis era a proliferação a outros países.
Pompeo disse
que o foco do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estava em uma
solução diplomática para a crise, mas a CIA estava trabalhando para abastecê-lo
com uma série de outras opções caso esta falhe.
Ele disse que
havia conversado na última semana sobre os norte-coreanos estarem uma "mão
cheia" de meses distante de conseguirem praticar um ataque nuclear contra
os Estados Unidos.
"Eu disse
a mesma coisa muitos meses antes daquilo", disse ele e acrescentou:
"Eu quero que todos entendam que estamos trabalhando diligentemente para
garantir que daqui um ano eu ainda possa lhes dizer que eles estão a muitos
meses de ter essa capacidade".
Pompeo disse
que o próximo passo lógico do líder norte-coreano Kim Jong Un seria desenvolver
um arsenal de armas que poderiam confiavelmente ameaçar os Estados Unidos e a
capacidade de lançamentos múltiplos e simultâneos.
"Nossa
missão é fazer com que o dia que ele poderá fazer isso fique o mais longe o
possível".
Pompeo disse
que a CIA acreditava que o objetivo de Kim era mais do que dissuasão contra os
Estados Unidos para preservar seu regime e que ele usaria suas armas para sua
meta principal de reunificação das Coreias sob o seu controle.
Por Reuters

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