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Imprensa
norte-coreana divulgou fotografias do novo míssil
balístico
intercontinental, o Hwasong-15
(Foto: KCNA VIA KNS / AFP )
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Diplomata
americana defendeu ruptura das relações diplomáticas, suspensão do comércio e
expulsão dos funcionários norte-coreanos de todos os países.
Os Estados
Unidos pediram nesta quarta-feira (29) aos demais países do mundo para que
cortem todas as relações com a Coreia do Norte em resposta aos testes de armas
realizados pelas forças do regime de Kim Jong-un.
A embaixadora
americana na Organização das Nações Unidas (ONU), Nikki Haley, pediu a toda a
comunidade internacional que rompa relações diplomáticas com Pyongyang, que
paralise todas as importações e exportações e que expulse todos os funcionários
norte-coreanos do seu território.
"Hoje
pedimos a todas as nações para cortarem todos os laços com a Coreia do
Norte", declarou Nikki Haley ao Conselho de Segurança da Organização da
ONU.
Haley dedicou
parte de seu pronunciamento em reiterar a necessidade de que a China faça mais
neste tema e, concretamente, corte o fornecimento de petróleo ao vizinho.
Ela afirmou que
o presidente americano, Donald Trump, fez esse pedido hoje ao presidente
chinês, Xi Jinping, durante uma conversa telefônica que tiveram. "Chegamos
a um ponto em que a China deve cortar o petróleo à Coréia do Norte ",
insistiu a embaixadora americana, que lembrou que quando Pequim tomou essa
medida em 2003, Pyongyang aceitou negociar.
Além disso,
Haley insistiu que o mundo inteiro deve tratar a Coreia do Norte como o
"pária internacional no qual se transformou" e, entre outras coisas,
tirar do país seu direito a voto na ONU.
"Ninguém
pode duvidar que a ameaça está crescendo. Ninguém pode duvidar que o ditador
norte-coreano é cada vez mais agressivo na sua obsessão pelo poder
nuclear", advertiu.
Segundo Haley,
com o lançamento de um novo míssil balístico na terça-feira, "o ditador
norte-coreano tomou uma decisão que aproxima o mundo da guerra".
A diplomata
ressaltou que os EUA não buscam um conflito, e que se ele acontecer, será pelos
"reiterados atos de agressão" por parte da Coreia do Norte. "E
se houver uma guerra, não se equivoquem, o regime norte-coreano será totalmente
destruído", frisou.
Por Agencia EFE

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