![]() |
© Reuters O
submarino militar argentino ARA San Juan e a equipe
são vistos saindo do porto de Buenos Aires, na
Argentina – 02/06/2017
|
A
angustiante procura pelo submarino
argentino perdido no Atlântico há sete dias continuou na madrugada
desta quarta-feira, último dia das operações de busca. O ARA San Juan, que
leva 44 pessoas a bordo, perdeu contato com as bases de controle no continente
no dia 15.
Um novo sinal
que poderia indicar a localização do submarino foi detectado pelas equipes de
busca, segundo relataram duas fontes ao jornal argentino Clarín. A pista levou ao
estabelecimento de um novo perímetro de buscas no Atlântico Sul.
Por volta da
meia-noite desta quarta, uma frota de navios se dirigiu ao local onde o novo
sinal foi detectado, para verificar se a peça encontrada pertence, de fato, ao
San Juan. O ponto, a 300 km da costa da cidade de Puerto Madryn, coincide com a
área indicada pela Marinha dos Estados Unidos, que disse ter localizado com um
de seus aviões uma “mancha de calor” a 70 metros de profundidade.
A Marinha e o
Ministério da Defesa argentino ainda não confirmaram oficialmente as
informações.
O
desaparecimento do navio
O ARA San Juan fez
seu último contato na manhã do dia 15 quando ia de Ushuaia, no extremo sul
da Argentina, a Mar
del Plata, cerca de 400 quilômetros ao sul de Buenos Aires. Nessa mesma
manhã, o capitão do submarino havia reportado uma avaria nas baterias da
embarcação. Especialistas consultados pelo jornal argentino La Nación indicam
que a zona marítima onde o veículo aquático pode ter desaparecido tem cerca
de 700 metros de profundidade.
As buscas pelo
submarino entraram em uma fase crítica nesta quarta-feira. Caso a embarcação
esteja sem condições de emergir, o estoque de oxigênio disponível seria
suficiente para manter a tripulação viva por até sete dias — nesta hipótese,
não restaria mais oxigênio para os tripulantes.
Ao todo, dez
países participam das operações de busca pelo submarino – entre eles o Brasil, que enviou à Argentina
dois aviões e três embarcações, Chile, Estados Unidos, Reino Unido, França e Alemanha. Ao contrário dos últimos
dias, quando ondas de até 10 metros foram registradas em alto-mar, melhores
condições climáticas são previstas para esta terça-feira.
VEJA.com

0 comentários:
Postar um comentário
Obrigado pelo seu comentario.
Fique sempre ligado do que acontece em nossa cidade!