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Stephen
Paddock, o atirador do ataque em Las Vegas,
em foto não
datada do arquivo de seu irmão, Eric
(Foto:
Arquivo pessoal/Eric Paddock via AP)
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Presidente
americano é contrário a restrições ao porte e à compra de armas. Ataque deixou
59 mortos e mais de 500 feridos.
O presidente
dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira (3) que o autor do
ataque a tiros de domingo em Las Vegas era um "indivíduo muito, muito
doente", mas se recusou a chamar o incidente de terrorismo interno, e
disse que as leis de armas norte-americanas serão discutidas.
"Nós
iremos falar sobre leis de armas com o passar do tempo", disse Trump a
repórteres, na Casa Branca.
Durante sua
campanha presidencial, Trump se disse contrário a novas restrições ao porte e à
compra de armas e defendeu poderes ampliados a os donos de armas que queirem se
defender.
Questionado se
o ataque a tiros foi um ato de terrorismo interno, o presidente acrescentou:
"Ele era um homem doente, um homem demente. Muitos problemas, eu imagino,
e nós estamos investigando ele muito, muito seriamente".
No ataque, 59
pessoas morreram e mais de 500 ficaram feridas, após Stephen Paddock, um
contador aposentado de 64 anos, do 32º andar do Mandalay Bay, um famoso cassino
e resort de Las Vegas (EUA), contra uma multidão em um festival de música na
noite deste domingo (horário local, madrugada desta segunda em Brasília).
A ação é
considerada o maior ataque a tiros da história dos Estados Unidos.
O grupo
jihadista Estado Islâmico reivindicou a autoria do ataque. No entanto, o FBI, a
polícia federal americana, diz que não foi encontrada nenhuma evidência de
conexão do atirador com grupos terroristas internacionais.
Por G1

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