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| O gestor também explica que não pode dispor do dinheiro do Sistema Único de Saúde porque, segundo ele, paga exclusivamente serviços para o atendimento de pacientes. |
Administração
cobra mais de R$ 7 milhões da reitoria da UFRJ. Unidade atende 16 mil pacientes
por mês e faz, em média, 400 cirurgias.
O Hospital
Clementino Fraga Filho, também conhecido como Hospital do Fundão, corre o risco
de fechar as portas nos próximos dias. A unidade atende 16 mil pacientes por
mês e faz, em média, 400 cirurgias.
Segundo o
diretor da unidade, Eduardo Cortes, que concedeu entrevista ao RJTV na manhã
desta sexta-feira (15), há atraso no pagamento de funcionários terceirizados e
isso invibiliza o funcionamento da unidade de saúde.
Cortes acusa a
reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) de reter R$ 2,4
milhões que seriam utilizados para pagar funcionários extraquadro. Ele também
diz que o pagamento desses profissionais não é responsabilidade do hospital.
O gestor também
explica que não pode dispor do dinheiro do Sistema Único de Saúde porque,
segundo ele, paga exclusivamente serviços para o atendimento de pacientes.
"Então
houve essa retenção, só que isso vai nos inviabilizar. Se eu pagar extraquadro,
o que eu não vou fazer, porque a lei não permite, eu não vou ter dinheiro para
comprar medicamento. E se a reitoria não pagar extraquadro, que é uma
responsabilidade dela, também, o hospital fica sem pessoal", ressaltou.
O objetivo da
diretoria do Hospital do Fundão é reaver um dinheiro que, anteriormente, foi
utilizado para pagar pessoal. No total, Eduardo Cortes diz que são mais de R$ 7
milhões que deveriam ser devolvidos à administração da unidade de saúde.
Por G1 Rio

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