![]() |
O senador e ex-presidente Fernando Collor, fala na sessão
para votar o processo de impeachment da presidenta afastada,
Dilma Rousseff (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
|
O julgamento estava previamente
marcado para hoje, mas houve um pedido feito pela defesa das partes em função
de duas ausências previstas na sessão da Segunda Turma, colegiado responsável
pela análise do caso. Os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli estão em
viagens oficiais. Dessa forma, como o julgamento será realizado com três
integrantes, os advogados alegaram que teriam prejuízos na votação sem quórum
completo.
A PGR acusa o parlamentar de
receber R$ 29 milhões em propina pela suposta influência na BR Distribuidora.
Segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, além de Collor, estão
envolvidos no suposto esquema a mulher do senador, Caroline Collor, e outros
acusados, que atuavam como “operadores particulares” e “testas de ferro” no
recebimento dos valores.
A denúncia afirma que o senador
comprou carros de luxo com o dinheiro da suposta propina. Entre os veículos
estão um Lamborghini, avaliada em R$ 3,2 milhões; uma Ferrari (R$ 1,4 milhão),
um Bentley, e duas Land Rover. Em julho de 2015, os carros de luxo foram
apreendidos na residência particular do senador em Brasília, conhecida como
Casa da Dinda.
Desde o surgimento das denúncias
de corrupção, Collor nega recebimento de propina. Segundo o senador, as
acusações são ilações e generalidades de delatores.
Agência Brasil

0 comentários:
Postar um comentário
Obrigado pelo seu comentario.
Fique sempre ligado do que acontece em nossa cidade!