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Ahmad Khan
Rahami é suspeito de ligação com atentado
em Nova York
(Foto: Justin Lane/EPA/AP e FBI)
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Explosão deixou 29 pessoas feridas
no sábado em Manhattan. Suspeito foi identificado como Ahmad Khan Rahami, de 28
anos.
Um americano de origem afegã de 28
anos é procurado pela polícia por suposta ligação com o atentado que deixou 29
pessoas feridas no sábado (17) em Nova York (EUA). O suspeito foi identificado
pelo FBI (polícia federal americana) como Ahmad Khan Rahami, de 28 anos.
Suspeita-se também que ele seja o responsável por uma bomba deixada no local
onde haveria uma corrida de rua em Nova Jérsei.
O prefeito de Nova York, Bill de
Blasio, disse que o suspeito poderia estar "armado" e ser
"perigoso". "Precisamos deter esse sujeito imediatamente",
disse De Blasio. "Minha experiência é que, quando o FBI se concentra em
alguém, ele o pega."
Segundo o FBI, o último endereço
conhecido de Rahami era em Elizabeth, no estado de Nova Jérsei, que fica a
cerca de 25 km de NY. Na madrugada de segunda-feira (19), foi encontrado um
pacote com explosivos justamente perto de uma estação de trem de Elizabeth.
A bomba que explodiu em Nova York,
na noite de sábado, foi montada para gerar o maior caos e destruição possível,
segundo autoridades ouvidas pelo jornal “The New York Times”.
Tanto a bomba que explodiu em
Chelsea quanto a que foi encontrada nas proximidades sem detonar foram feitas
com panelas de pressão e luzes de natal. Elas foram preenchidas com materiais
fragmentados – pequenos “rolamentos de metal”, segundo as autoridades americanas.
No sábado (17), uma pequena bomba
explodiu em Seaside Park, em Nova Jérsei, no local onde haveria uma corrida de
rua. Ninguém ficou ferido.
Segundo a agência Reuters e a emissora de TV "Fox
News", que citaram fontes de segurança, as explosões com bombas caseiras
em cidades de Nova Jérsei e em Nova York teriam relação.
O governador Andrew Cuomo, que no
domingo (18) descartara ligação do ataque com o terrorismo internacional, disse
que os novos dados podem fazer com que mude de ideia. "Eu não me surpreenderia
se esse ato tivesse conexão internacional", afirmou à rede
"CNN".
Do G1, em São Paulo

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