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Recibo mostra suposta venda de bolsas de sangue no
hospital privado (Foto: MPRJ/Divulgação)
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Defesa alegou à
polícia que cobrança foi por mão de obra e equipamentos.
O advogado do
Hospital Clinerp compareceu nesta sexta-feira (19) à 126ª DP, em Cabo Frio, na
Região dos Lagos do Rio, para esclarecer a suposta cobrança pelo fornecimento
de bolsas de sangue na unidade. Segundo a defesa, os R$ 1.500 são referentes a
equipamentos e mão de obra da equipe de enfermagem e a cobrança é baseada em um
guia farmacêutico indicador de preços. De acordo com a Polícia Civil, a lei
permite este tipo de cobrança.
Os dois
funcionários do hospital foram liberados da delegacia na madrugada deste sábado
(20) após prestarem depoimento. Eles foram levados à DP na tarde de sexta-feira
(19) por suspeita de cobrarem pelo sangue, o que seria ilegal.
A Polícia Civil
informou que a direção do hospital levou documentos que comprovariam que não
houve o crime de venda de bolsas de sangue. De acordo com a polícia, será
aberto inquérito e os funcionários, um gestor e um diretor do hospital, serão
autuados.
Entenda o caso
O Grupo de
Apoio à Promotoria foi acionado após o Ministério Público receber uma denúncia.
Segundo o MP, uma pessoa apontou que o hospital cobrou pelo fornecimento de
duas bolsas de sangue que seriam usadas em uma cirurgia. Foram cobrados R$
1.500, de acordo com a promotoria. O dinheiro e o recibo foram apreendidos
pelos agentes. Eles foram levados para a 126ª DP.
saiba mais
Do G1 Região
dos Lagos

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