No primeiro dia útil, após as
mudanças viárias implantadas, desde sábado, no Centro visando à inauguração do
VLT, passageiros de ônibus reclamaram de terem que caminhar mais do que o
normal para chegar no ponto. Os transtornos foram maiores na Av. Branco, que
voltou a permitir carros em duas faixas.
Com a mudança de sentido das ruas
Araújo Porto Alegre e Evaristo da Veiga, pessoas que pegavam a condução na Rua
da Carioca (que passou a ter o trânsito direcionado ao Castelo) contaram que
andaram mais ontem.
“Tive que caminhar da Rua da
Assembleia até aqui. À noite, ainda deve ser pior. Essa rua é deserta”, contou
o aeroportuário Carlos Alberto Lopes, 60 anos, que esperava o ônibus para a
Ilha, na lateral do Museu de Belas Artes. A aposentada Aparecida Pereira, 66,
caminhou da Nilo Peçanha até a Araújo Porto Alegre atrás do 229 (Castelo -
Usina). “Estou perdida. Não sei se vai parar aqui”, reclamou.
Ao todo, 139 ônibus municipais e
41 intermunicipais tiveram alteração no itinerário. Pontos finais também foram
transferidos e apenas cinco linhas tiveram circulação mantida na Rio Branco
(Troncais 1, 3 e 5, além do 011 e 422). Oito linhas deixaram de passar na
Avenida Passos (296,298,378,342,372,373,213 e 275) e agora vão pela Rua General
Caldwell ou, no caso das duas últimas, retornam na Candelária. A Avenida
República do Paraguai tornou-se mão dupla e a Rua Silva Jardim teve o sentido
invertido.
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