Informação é do Observatório Sírio de Direitos Humanos. Medida
foi feita para aterrorizar moradores que resistem ao grupo.
O Estado Islâmico decapitou sete homens e três mulheres em
uma região curda no norte da Síria, disse um grupo de monitoramento dos
Direitos Humanos nesta quarta-feira (1º), no que descreveu como uma campanha
para aterrorizar moradores que resistem ao avanço do grupo militante.
O diretor da entidade oposicionista Observatório Sírio de
Direitos Humanos, Rami Abdulrahman, disse que cinco combatentes curdos que
lutavam contra o Estado Islâmico, incluindo três mulheres, e mais quatro
rebeldes árabes sírios foram capturados e decapitados na terça-feira em um
local 14 quilômetros a oeste de Kobani, uma cidade curda cercada pelo Estado
Islâmico, nas proximidades da fronteira turca .
Abdulrahman disse que um civil curdo também teve a cabeça
arrancada.
"Não sei por que foram presos e decapitados. Somente o
Estado Islâmico sabe o por quê. Eles querem assustar as pessoas", disse
ele. A Reuters não pôde verificar a informação de modo independente.
O Estado Islâmico tem praticado várias decapitações de
combatentes inimigos e civis na Síria e Iraque.
Tais atos são com frequência perpetrados em público e
acompanhadas de uma mensagem de que qualquer oposição, violenta ou não
violenta, não vai ser tolerada.

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