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| Agentes da Guarda Municipal concentrados na sede da prefeitura. (Fotos: Moises Carla Menezes) |
A Guarda Municipal de Rio das Ostras começou uma paralisação de 72 horas nesta
segunda-feira (16). Pela manhã, os agentes se concentraram na sede do sindicato
da categoria, que fica na Rodovia Amaral Peixoto. Quase metade de todo o
efetivo da guarda estava no local com cartazes, faixas e gritando palavras de
ordem.
Os guardas municipais de Rio das Ostras reivindicam
principalmente a regularização das escalas de trabalho que, de acordo com os
manifestantes, não foram aprovadas pelo poder legislativo municipal e estariam
sendo distribuídas sem critério. Os agentes afirmam que cumprem, pelo menos,
três diferentes tipos de escalas.
Além disso, os guardas pedem mudança na escolaridade dos
agentes para acesso a corporação, manutenção das gratificações em períodos de
férias, afastamento por saúde e acidentes de trabalho.
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| Os guardas se dirigem para a sede da Prefeitura de Rio das Ostras |
De acordo com a liderança do movimento, só foram mantidos os
guardas nos serviços fundamentais como as emergências médicas, pronto-socorro,
hospital e para emergências de trânsito. Por volta das 9h30, todos os
manifestantes tomaram metade da RJ-106 e partiram em direção ao Centro da
cidade.
Atualmente, em Rio das Ostras, trabalham 445 guardas
municipais. Entre as atribuições da categoria, estão defender o patrimônio e
garantir funcionamentos de serviços públicos de responsabilidade do município.
Porém, eles estariam acumulando funções como agente de Defesa Civil,
guarda-vidas, guardas ambientais e agentes de trânsito sem as condições
necessárias de trabalho.
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| Agentes da guarda municipal seguem pelo centro da cidade em direção a prefeitura. |
Segundo com os servidores, em julho deste ano, uma
negociação com a prefeitura teria resultado em um acordo que não foi cumprido.
Os manifestantes esperam uma nova rodada de negociação e, caso não ocorra, a
paralisação de 72 horas pode se estender por tempo indeterminado.
A prefeitura informou que não houve quebra de acordo com o
sindicato. A administração do município teria aceito a proposta da categoria de
uma nova escala, desde que não onerasse a folha de pagamento. Como não foi
viável, voltou a valer a escala anterior. Por conta da paralisação, a Polícia
Militar reforçou o patrulhamento nas ruas com mais 26 homens.
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