O presidente da CPI, Chiquinho Brazão, o relator, Professor Uóston, Jorginho da SOS, todos do PMDB, Renato Moura, do PTC, e Marcelo Queiroz, do PP, que também fazem parte do colegiado, não assinaram o pedido de criação da CPI (comissão parlamentar de inquérito) e são da base aliada ao prefeito Eduardo Paes.
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Ônibus retomou seus
trabalhos ontem (5), na Câmara dos Vereadores do Rio, após uma semana de atraso.
A demora foi causada por uma decisão da juíza Roseli Nalim, da 5ª Vara de
Fazenda Pública do Rio, que revogou, no último dia 28, liminar que impedia o
funcionamento da comissão. A primeira sessão, seis dias antes, foi marcada por
tumulto e confronto entre grupos favoráveis e contra os integrantes da CPI. Um
tênis chegou a ser atirado da galeria em direção ao relator, Professor Uóston
(PMDB).
O presidente da CPI, Chiquinho Brazão, o relator, Professor Uóston, Jorginho da SOS, todos do PMDB, Renato Moura, do PTC, e Marcelo Queiroz, do PP, que também fazem parte do colegiado, não assinaram o pedido de criação da CPI (comissão parlamentar de inquérito) e são da base aliada ao prefeito Eduardo Paes.
Nesta
quinta-feira, a segunda sessão da CPI, criada para investigar os contratos das
empresas de ônibus do Rio de Janeiro com a prefeitura municipal, foi
interrompida diversas vezes por manifestantes, que jogaram moedas em direção a
seus membros da CPI. O vereador Reimont (PT), que tinha sido indicado para o
lugar de Eliomar Coelho (PSOL), autor da proposta de criação da CPI, decidiu
não participar mais da comissão e foi substituído por Marcelo Queiroz (PP).
Fonte: Agência Brasil
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