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| (Foto: Reprodução InterTV) |
Comandante
do 32º Batalhão diz que operação é por tempo indeterminado.
Militares
do Bope (Batalhão de Missões Especiais) e do 32º Batalhão continuam ocupando a
comunidade das Malvinas, em Macaé. Segundo o tenente coronel Ramiro Campos, que
comanda as ações na comunidade, a ocupação segue por tempo indeterminado em
resposta à onda de ataques de criminosos a policiais militares nas últimas
semanas.
A
operação policial, iniciada nas primeiras horas de ontem, quinta-feira (18), conta
com 200 homens dos batalhões de Campos dos Goytacazes, Itaperuna e Santo
Antônio de Pádua, cães farejadores, dois helicópteros com câmeras térmicas e
viaturas.
“Quando um criminoso atira contra um policial ele está atirando na sociedade e não devemos permitir isso. Então me reuni com o comandante geral da Polícia Militar, apresentei as informações necessárias e estamos dando resposta à altura da ação dos criminosos”, comentou o tenente coronel Ramiro Campos.
“Quando um criminoso atira contra um policial ele está atirando na sociedade e não devemos permitir isso. Então me reuni com o comandante geral da Polícia Militar, apresentei as informações necessárias e estamos dando resposta à altura da ação dos criminosos”, comentou o tenente coronel Ramiro Campos.
O
comandante frisou que a ação dentro da comunidade segue durante a madrugada,
com reforços dos policiais do Bope. “Estamos na comunidade e vamos permanecer
durante a madrugada”.
Durante
todo o dia policiais realizaram patrulhamento e buscas dentro da comunidade das
Malvinas. Seis pessoas foram presas e um menor, conhecido como “Mata Rindo” foi
apreendido pelos policiais. O menor, inclusive, é um velho conhecido da Polícia
Militar de Macaé. Além dos presos e do menor, a polícia apreendeu armas,
munições e drogas.
Fonte: G1 Região dos Lagos

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