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Familiares e amigos se reuniram para manifestar a morte da funcionária pública.
O manifesto aconteceu na Praça Veríssimo de Melo.
Uma manifestação tomou conta da Praça Veríssimo de Melo,
O marido foi quem socorreu e levou a esposa para o Hospital São João Batista, como a unidade não faz atendimentos de urgência e emergência Daniela não foi atendida. O marido e os familiares, seguiram para a Clínica São Lucas, outra unidade que faz atendimentos particulares na cidade. Mas lá a medica que recebeu Daniela teria dito que não existiam os recursos necessários ao socorro e nem mesmo ambulância para a paciente.
A família decidiu recorrer ao Hospital Público de Macaé, onde finalmente Daniela foi atendida, levada de imediato para sala de cirurgia, depois de quase quatro horas tentando atendimento adequado na rede privada de saúde. Só a criança foi salva, Daniela morreu aos 32 anos. Na cópia da certidão de óbito consta deslocamento prematuro da placenta e eclâmpsia, provocados por pressão alta.
Emocionados, os manifestantes seguiram em direção a Praça Washington Luís. Chamaram atenção de quem passava pelo centro de Macaé. O apelo da família é pra que, agora, haja justiça. E que outras grávidas, assim como Daniela, não tenham o mesmo destino.
O Conselho Regional de Medicina está investigando o caso.

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