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Manifestantes com o braço pintado nas cores de Iêmen, Síria, Líbia e Tunísia faz sinal neste domingo (9) durante protesto antigoverno em Sanaa, capital do Iêmen |
Protesto foi reprimido violentamente em Taez, segundo organizadoras.
Militante iemenita antigoverno foi uma das três laureadas pelo Nobel.
Quarenta mulheres ficaram feridas no domingo à noite em Taez, sudoeste do Iêmen, quando uma manifestação que celebrava o Prêmio Nobel da Paz atribuído à iemenita Tawakkol Karman foi violentamente dispersada por forças de segurança.
"Homens do regime do presidente Ali Abdullah Saleh atacaram a pedradas e com garrafas uma manifestação, que terminou com 40 mulheres feridas", afirmou à France Presse uma das organizadoras da manifestação. Na sexta-feira, o Prêmio Nobel da Paz foi atribuído em conjunto, pela primeira vez na história, a três mulheres: Tawakkol Karman, que tem um papel de destaque nos protestos no Iêmen, e duas liberianas, a presidente Ellen Johnson Sirleaf e a ativista Leymah Gbowee.

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