Quadrilha não informou a morte da mão de dois dos integrantes e continuava a receber o benefício de R$ 1.800 por mês.
Todos foram presos.
A Polícia Federal (PF) em Campos prendeu em flagrante quatro pessoas acusadas de fraude contra o INSS, nesta sexta-feira (6). O grupo recebia mensalmente o benefício de uma segurada que já havia morrido há três anos.
Segundo a PF, a fraude vinha acontecendo desde 2008. O médico Thiers Robinson Barcelos de Azevedo, 58 anos, sócio de uma clínica de cardiologia e o irmão dele, Jeová Barcelos de Azevedo Junior, de 57 anos, são acusados de não terem informado a morte da mãe e continuarem recebendo o benefício mensal de R$ 1.800 que ela tinha direito enquanto estava viva. Um valor que, em três anos, pode chegar a R$ 65 mil.
Toda vez que era solicitado, Jeová apresentava uma mulher diferente que se passava pela mãe dele. O que chamou a atenção dos policiais foi que dessa vez a mulher que o acompanhava era mais nova que ele. Heliana da Silva Manhães, tinha apenas 49 anos. Além dos três, Vanderlei de Azevedo Soares dava cobertura aos dois quando tentavam sacar o benefício deste mês e também foi preso.

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