Realidade
A realidade da política riostrense chega a ser engraçada ou tal vez alienada, ser obrigado a admitir tardiamente que há uma epidemia de dengue, não foi fácil, admitir que há descaso, negligências, óbitos e erros médicos no hospital e pronto socorro pela tv e mídia em geral, também não foi fácil, aceitar a coragem dos cidadãos que denunciaram os casos perante a opinião publica também não foi fácil. O difícil é entender como chegamos a esse extremo, pedidos, clamores e soluções foram solicitados para que se tomem providências e nada foi feito.
A realidade da política riostrense chega a ser engraçada ou tal vez alienada, ser obrigado a admitir tardiamente que há uma epidemia de dengue, não foi fácil, admitir que há descaso, negligências, óbitos e erros médicos no hospital e pronto socorro pela tv e mídia em geral, também não foi fácil, aceitar a coragem dos cidadãos que denunciaram os casos perante a opinião publica também não foi fácil. O difícil é entender como chegamos a esse extremo, pedidos, clamores e soluções foram solicitados para que se tomem providências e nada foi feito.
As denuncias tiveram que sair da cela do medo, para alcançar a liberdade da mídia, entrar na esfera politica da câmara legislativa para formar uma Comissão Especial de Inquérito, a famosa CEI ou CPI como queiram chamar, para ser apurado, achar os culpados e puni-los no rigor da lei, não é possível que os gestores não entendam que estão lidando com vidas humanas, pessoas carentes, usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), cidadãos dependentes de uma atenção exemplar e especial. Não é possível que estes senhores vivam de estatísticas e sejam tão frios para aceitar os casos, como se que nada houvesse acontecido.
De uma coisa estamos completamente certos, não são, os pais, tios, primos, filhos, netos, em resumo, PARENTE ALGUM, por isso talvez sejam frios, calculistas e não se importem com o seu próximo, claro, com o salario que ganham e os planos de saúde que eles têm, sem duvida não vão se importar e não usarão o serviço publico municipal.
As denuncias devem de chegar ao limite para serem ouvidas, a imprensa publicar e colocar as imagens no ar constantemente para que as autoridades tomem (As belas letras e palavra conhecida da população), PROVIDÊNCIAS. Se os gestores tivessem um pouquinho de conhecimento de que, é ser usuário do sistema de saúde seria diferente e a população não estaria passando por esses “perrengues”.
É difícil e fácil de entender ao mesmo tempo, é difícil entender porque uma cidade com dinheiro esteja passando dificuldades de remédio, médicos, vagas e outros quesitos, e fácil de entender é que não há gerenciamento, cabe ressaltar que temos um medico cardiologista como secretário (Tio do Prefeito), experiente, que conhece o sistema de saúde. A pergunta é como este Senhor não consegue resolver o problema? Será que está muito ocupado e não tem tempo para saber das coisas? Por que o prefeito não resolve? Se o secretario não sabe gerenciar, por que não arruma uma boa assessoria para ajudá-lo? Com a resposta o gestor.
Agora existe uma Comissão de Especial de Inquérito. para apurar as denuncias aprovada nesta semana na câmara, formada pelos vereadores Rosenildo Viana, Alex Cabral “Amarrado”, Ademir da Farmácia e Orlando Ferreira Neto “Neco”. Só resta saber mas a diante o desfecho dos casos que preocuparam a opinião pública riostrenses, deixo aqui minha solidariedade e estima para Iolanda Inocêncio, mãe da pequena Aghata, que ficou 76 dias na UTI em coma, por um parto mal sucedido e faleceu, Roberta dos Santos filha da vitima Marta dos Santos, falecida por negligência médica e Fernando Khouri, filho de Dona Astride Fahur Khouri, falecida no Pronto Socorro. E outros anônimos que choram em silêncio suas perdas. Esperamos que as denuncias sejam apuradas, justiça seja feita e as autoridades levem mas a sério a administração, porque vidas humanas estão se perdendo.

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