Mas aeroporto de Bengazi, leste do país, foi tomado por manifestantes.
Os brasileiros festejaram o primeiro dia longe do pesadelo.
“Nesses últimos dias o momento passou a ser crítico e começamos a nos preocupar bastante. Durante o dia, mercado fechado, não se vê ninguém nas ruas. Ao entardecer, começava o manifesto. Então, evitávamos ir para rua”, diz um brasileiro.
Quatro brasileiros da mesma empresa ainda estão na Líbia, cuidando da retirada de mais de 100 trabalhadores vietnamitas e lutando contra o isolamento. “Senti mais medo porque a gente ficou sem contato. Não tem telefone, tenta ligar para um não consegue. Internet bem lenta”, afirma o assistente técnico Leandro de Oliveira.
E quando finalmente chegou a hora de ir embora, um outro susto: multidões tentavam invadir o aeroporto. “A gente teve muita dificuldade para conseguir entrar no aeroporto, porque estava totalmente tomado. E só se conseguia entrar com ajuda diplomática”, conta o engenheiro Pedro Dumont.
Bengazi
Os brasileiros de Trípoli pelo menos têm um aeroporto para escapar. Mas na cidade de Bengazi, no leste do país, o aeroporto foi fechado pelos manifestantes. Lá, 148 trabalhadores da construtora Queiroz Galvão estão à espera de um navio que partiu da Grécia e deve chegar à líbia nesta quinta-feira (24).
Os brasileiros de Trípoli pelo menos têm um aeroporto para escapar. Mas na cidade de Bengazi, no leste do país, o aeroporto foi fechado pelos manifestantes. Lá, 148 trabalhadores da construtora Queiroz Galvão estão à espera de um navio que partiu da Grécia e deve chegar à líbia nesta quinta-feira (24).

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