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NOTICIAS BRASIL / MUNDO
Traficante passeava em Mercedes conversível
Em operação no Morro dos Macacos, polícia apreende carro usado pelo chefe da quadrilha da favela de Vila Isabel para circular pela cidade, sempre com escolta de homens armados
Em janeiro, o chefe do tráfico do Morro dos Macacos, em Vila Isabel, Leandro Nunes Botelho, o Scooby, fez uma encomenda especial à sua quadrilha: um carro conversível para circular pela pela cidade. Na noite do dia 22, o presente chegou. Após duas tentativas fracassadas no mesmo endereço, três ladrões roubaram a Mercedes Kompressor SLK200, modelo 2009, numa rua do Recreio dos Bandeirantes. Os passeios com a capota aberta num possante de R$ 204 mil com placa clonada para não ser pego numa blitz acabaram ontem durante operação da Polícia Civil na favela.
O carrão e mais um Honda Civic 2008, avaliado em R$ 59 mil, foram encontrados por agentes da 20ª DP (Vila Isabel), na Rua Petrocochino, no acesso à comunidade. “O Honda servia de escolta. Era como se o Scooby fosse um cara rico, andando em seu conversível, com homens armados, como seguranças logo atrás”, disse a delegada Roberta Carvalho. A ação, que contou com cerca de 100 homens de quatro delegacias especializadas e o apoio do carro blindado e dois helicópteros, começou às 6h20. Houve intenso tiroteio no início da Rua Luís Barbosa, mas ninguém ficou ferido. Quatro escolas e duas creches da região não abriram as portas, deixando cerca de 1.600 crianças sem aula.  Agentes da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) apreenderam cocaína, maconha e ecstasy. Também alvos da operação, outros dois líderes do tráfico local — Isaías de Oliveira Cabral, o Borrofe, e seu filho William da Silva, o LG — conseguiram escapar. Para a 20ª DP, o principal alvo foi atingido: os carros roubados pelo bando. Segundo a delegada Roberta Carvalho, Scooby fez de tudo para forjar a legalidade do Mercedes. Tanto que o conversível exibia a placa de outro carro da marca, do mesmo ano e modelo. O clone, na verdade, tinha como placa original KWA-2845. O Honda também estava com a placa clonada, usando a identificação de um Fiat Idea. Sua placa verdadeira é KVW-1310, e o carro foi roubado na Barra da Tijuca, em 27 de abril.
Câmeras para pescar problemas
Eduardo Paes monitora até 100 lentes da CET-Rio para pautar secretários
Através de televisão de 42 polegadas instalada em frente à sua mesa de trabalho, o prefeito Eduardo Paes controla toda a cidade. Literalmente. Desde quarta-feira, ele tem acesso 24 horas às imagens das cerca de 100 câmeras da CET-Rio espalhadas pelas ruas cariocas. Elas ficam passando continuamente, como um filme que se repete. E Paes está usando o novo brinquedinho — que tem até joystick, como um videogame para girar a câmera e monitorar árvores que precisam de poda, ruas com buracos e pontos escuros.
Se quer ver uma localização específica, é só apertar o botão com o número da câmera. “Posso ver se o mar está de ressaca, o que está causando engarrafamento numa rua, se tem secretário caminhando de sunga no calçadão, às 8h, quando já deveria estar no trabalho”, brincou o prefeito, enquanto observava uma passeata na Av. Presidente Vargas que ontem, por volta das 11h30, deixou o trânsito complicado na via. De quebra, o equipamento, que nos próximos dias também será instalado em sua casa, na Gávea Pequena, também serve de respaldo para que ele infernize a vida dos secretários com incontáveis pedidos de providências. Na primeira noite com o controle, Paes se aliou ao Repórter Lampião em busca de falhas na iluminação pública. “Estava no meu gabinete sozinho depois das 23h. Fui passando as câmeras como quem muda de canal e vi algumas ruas sem luz. Na mesma hora, mandei e-mail para o secretário (de Obras, Luiz Antônio Guaraná) resolver. Já pedi também para fechar alguns buracos”, conta o prefeito, que não cansa de admirar a capacidade de zoom, que permite identificar quem atravessa a rua ou dirige o ônibus. “Antes das câmeras, já recebia 40 e-mails dele por dia. Agora, então...”, diz, resignado, Guaraná.
PF realiza operação de combate a imigrantes ilegais no Centro de SP
Operação ‘Shan’ foi deflagrada nesta sexta (22) em vários estados do país.  Superintendência da PF em Rondônia disse que já existem presos.
Agentes da Polícia Federal estão, no início da manhã desta sexta-feira (22), na região da 25 de Março, no Centro de São Paulo. Eles fazem uma operação de combate a imigrantes ilegais. A operação, batizada de “Shan”, foi deflagrada em vários estados do país nesta manhã e está sendo coordenada pela Superintendência da Polícia Federal em Rondônia.  Por volta das 9h, a assessoria da PF informou que algumas pessoas já haviam sido presas no país, mas não soube dizer se algumas dessas prisões tinham ocorrido no estado de São Paulo.

Morre cantor e compositor Zé Rodrix

Artista, de 61 anos, morreu na noite da quinta-feira (21) em SP.  Ele estava em casa quando passou mal e foi levado ao HC.

Morreu, na noite da quinta-feira (21), em São Paulo o cantor e compositor Zé Rodrix. Ele é o autor da música "Casa no campo", grande sucesso gravado por Elis Regina. Outra composição de sucesso dele é a musica “Soy latino americano”.  Zé Rodrix estava em casa, com a família, quando passou mal. Ele foi levado às pressas ao Hospital das Clínicas, na capital paulista. O artista tinha 61 anos e, segundo a mulher, estava muito bem de saúde.

 

Ele integrou o trio Sá, Rodrix & Guarabyra, que foi o expoente do rock rural nos anos 70. Também tocou com Tavito e com a banda Joelho de Porco.

Lei estadual exige 'repatriação' de fósseis e gera debate entre paleontólogos

Legislação mineira forçou compromisso de devolução por grupo da USP. RS possui disposição parecida; discussão é se há conflito com lei federal.

Estudar fósseis no Brasil pode se tornar consideravelmente mais complicado. Os restos de animais e plantas do passado remoto, considerados patrimônio da União pela (vaga) legislação existente, estão sendo reivindicados por seus estados de origem. O caso mais recente envolve crocodilos de 90 milhões de anos, estudados por um pesquisador da USP de Ribeirão Preto, que terão de ser devolvidos a instituições de Minas Gerais.

Os paleontólogos se dividem sobre a obrigatoriedade de devolver os fósseis. Se a medida pode, por um lado, fortalecer os núcleos locais de pesquisa, também corre o risco de levar ao armazenamento do material em locais inadequados ou mesmo a "reservas de mercado" de natureza política. "O que eu realmente gostaria de saber é se essa regra vai ser aplicada a todos os que trabalham em Minas Gerais", disse ao G1 o paleontólogo Max Cardoso Langer, da USP.

 

No ano passado, Langer foi alertado da presença de fósseis potencialmente interessantes em Campina Verde (MG), município do Triângulo Mineiro, por seus colegas da Sociedade Brasileira de Paleontologia (SBP). "Verificamos que havia ali três crânios de baurussuquídeos [parentes extintos dos crocodilos, com hábitos terrestres e cerca de 3 m de comprimento]. É um material legal, de 40% a 50% completo, que pode ser de uma espécie nova. Eu diria que tem relevância técnica", avalia Langer. Um aluno de doutorado do paleontólogo vai estudar os fósseis.

 

Mas a condição para a realização da tese, colocada num termo de compromisso assinado por Langer e por representantes do Ministério Público do Estado de Minas Gerais, é a devolução dos fósseis após um período de quatro anos. "Como Campina Verde não tem estrutura para abrigar o material, ele deve ficar na Universidade Federal de Uberlândia", diz Langer, cujo objetivo inicial era permanecer com os fósseis em sua própria instituição.

 

Direito de retorno

Marcos Paulo de Souza Miranda, coordenador das Promotorias de Justiça de Defesa do Patrimônio Cultural de Minas Gerais, explica que a lei estadual que determina o retorno dos fósseis ao estado é de 1994. "Mas esta é a primeira vez, até onde tenho conhecimento, na qual ela é aplicada." Segundo Miranda, a comunidade de Campina Verde teria entrado em contato com o Ministério Público "porque eles viram o material sendo coletado e não sabiam se ele ia voltar algum dia".

 

A falta de legislação detalhada e específica é um dos motivos pelos quais os estados consideram legítimo criar disposições como a de Minas Gerais. Walter Lins Arcoverde, diretor de fiscalização do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), considerado o órgão regulador do tema no Brasil, explica que os fósseis foram definidos como propriedade da nação numa lei de 1942. A Constituição de 1988, de forma um tanto vaga, ratifica essa ideia, mas também diz que cuidar do patrimônio paleontológico é competência do governo federal, dos estados e dos municípios. Para piorar, não há penalidade estabelecida por lei para o comércio de fósseis dentro do Brasil ou do Brasil para o exterior -- daí a presença ilegal, mas um bocado comum, de material brasileiro em museus do Primeiro Mundo, ou até em sites de comércio de fósseis na internet.

 

Por causa do que diz a Constituição, "entendo que não há conflito com a visão dos fósseis como bens da União. Os estados têm competência para legislar sobre isso", diz Miranda, do Ministério Público mineiro. "Também é um princípio consagrado pelo direito internacional a vinculação dos bens culturais ao seu local de origem", afirma.

 

No Rio Grande do Sul, uma lei que controla a pesquisa paleontológica também está em vigor desde 2001. A legislação estadual determina que os fósseis encontrados no estado (importantes por ajudarem a entender, por exemplo, a origem dos dinossauros há mais de 200 milhões de anos) só podem ser estudados por pesquisadores de outros locais do Brasil por meio de convênios com os paleontólogos gaúchos. Autorizações especiais são necessárias para transportar o material para fora do estado, e a lei também menciona rapidamente o "retorno" dos fósseis.

 

Ordem na casa

Ana Maria Ribeiro, paleontóloga da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul e vice-presidente da SBP, considera a lei de seu estado positiva por "botar ordem na casa". "Nós temos centenas de alunos de mestrado e doutorado em paleontologia e toda a estrutura para manter o material aqui. Por isso, achamos que é uma questão de respeito, para evitar que alguém apareça do nada e ponha por água abaixo um trabalho sério que já estava acontecendo no estado", explica.

 

Ribeiro lembra que, quando a SBP comunicou Langer sobre os fósseis em Campina Verde, pessoas da região haviam procurado a sociedade com medo de que o material, exposto na zona rural, se perdesse. Por isso mesmo, ela lembra a necessidade de garantir que os fósseis tenham condições adequadas de curadoria, se forem mesmo armazenados em Minas Gerais.

 

João Carlos Coimbra, atual presidente da SBP e pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), diz que esse tipo de lei pode ser positiva como forma de estimular a formação de paleontólogos capacitados no local onde os fósseis são encontrados.

 

Por outro lado, ele lembra que algumas regiões do Brasil teriam dificuldade tanto em estudar quanto em preservar seu patrimônio paleontológico. "O risco de engessar a pesquisa é uma realidade. Principalmente na paleontologia de vertebrados, alguém pode ter problemas políticos com outro pesquisador e dizer 'não gosto dele, então não vou deixar entrar aqui'. Também não gosto dessa coisa de dizer que o fóssil fica aqui ou fica ali. Ele tem de ficar onde houver boas condições de curadoria", diz Coimbra.

 

Experiência argentina

Mario Alberto Cozzuol, paleontólogo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) que trabalha há anos na Amazônia, lembra que as províncias argentinas possuem leis semelhantes às que estão sendo implementadas no Brasil.

 

"Embora essas exigências possam parecer uma problema, em especial para os pesquisadores dos grandes centros, eu as vejo como positivas porque fomentam o desenvolvimento da disciplina localmente. A paleontologia é uma disciplina fortemente dependente de coleções. Sem elas, nunca seria possível desenvolver um grupo de trabalho. Se os materiais podem ser livremente levados para fora dos estados de origem, será difícil para eles fomentar o desenvolvimento desses grupos. Hoje em dia existem apenas dois "centros" de paleontologia em Minas, um em Uberaba, no Triângulo, e outro em Belo Horizonte. Sem dúvidas, o potencial do estado é bem grande e permitiria mais pesquisadores", diz ele.  

 

A situação, no entanto, também pode degringolar se não houver cuidado e vigilância, alerta Cozzuol. 

 

"Acho também que a legislação tem de ser realista e não fomentar o depósito de fósseis em locais inadequados ou onde não existe um especialista para se responsabilizar por eles. Já vi muito museu municipal desativado para ser transformado em escola de dança ou coisa semelhante. O Estado tem também de ficar atento para que esse tipo de legislação não acabe virando uma espécie de reserva de mercado que fomente uma barganha científica, beneficiando pesquisadores locais de nível medíocre por serem os detentores dos direitos sobre os fósseis, extorquindo os de fora com participação imerecida em trabalhos publicados ou com compensações como equipamentos ou outros recursos."

 

Passou do ponto?

O ideal para evitar distorções seria mesmo uma legislação federal mais clara e efetiva, e Walter Arcoverde, do DNPM, diz que o órgão está trabalhando para levar uma proposta do gênero, via Executivo, a votação. "Acho que os estados, se a intenção for proteger o patrimônio e evitar sua destruição, podem ser mais restritivos. Mas a exigência do retorno, mesmo que sutilmente, parece exagerada. Creio que eles avançaram o sinal nesse sentido", diz Arcoverde, que promete esforços para incorporar o problema, resolvendo-o, na legislação futura.

 

No entanto, Miranda, do Ministério Público mineiro, não vê sua atuação como entrave à pesquisa. "Os pesquisadores sérios, que tenham compromisso com o patrimônio, vão compreender essa necessidade. E, claro, seremos razoáveis na hora de decidir onde e como abrigar os fósseis", afirma.

Morre uma das blogueiras mais velhas do mundo

A espanhola Maria Amelia Lopez tinha 97 anos. Blog foi criado com a ajuda do neto, que digitava as memórias da avó.

A espanhola Maria Amelia Lopez, que ganhou fama como uma das blogueiras mais velhas do mundo, morreu na manhã de quarta-feira (20), aos 97 anos, na província de La Coruna. Ela era responsável pelo blog A mis 95 años, criado com a ajuda do neto. 

A página reunia as memórias de Maria Amelia, incluindo fatos relacionados à Guerra Civil da Espanha e aos anos de ditadura do general Francisco Franco. A blogueira ditava os textos e o neto Daniel escrevia, pois ela tinha problemas na vista. Por conta da fama obtida com o site, a avó conheceu o primeiro-ministro Jose Luis Rodriguez Zapatero.

“Meu neto me deu esse blog no dia 23 de dezembro de 2006, quando eu tinha 95 anos, e mudou minha vida. Desde aquele dia, tive mais de 1,5 milhão de visitas de internautas dos cinco continentes”, escreveu em um post. O texto mais recente, postado pelo neto, informa sobre a morte de Maria Amelia e já tem mais de 500 comentários.

 

Em 2007, a avó venceu o Best Of Blogs (BOBs), o concurso de blogs da rede de televisão alemã "Deutsche Welle" (DW), na categoria em espanhol. 

YouTube sofre ataque de vídeos pornográficos

O Google, proprietário do site, já removeu centenas de vídeos com conteúdo sexual explícito.

O site de compartilhamento de vídeos YouTube removeu centenas de vídeos pornográficos baixados por usuários, num ato que está sendo considerado como "um ataque planejado".

O material foi baixado sob nomes de adolescentes famosos, como Hannah Montana e Jonas Brothers.

Muitos dos vídeos começavam com cenas inocentes de crianças para em seguida mostrar adultos tendo relações sexuais.

O Google, proprietário do YouTube, disse estar ciente do problema e que muitos vídeos ainda terão de ser removidos.

O porta-voz do Google, Scott Rubin, disse à BBC News que a companhia "desabilitará qualquer conta que tenha sido criada com o propósito de baixar material pornográfico".

Acredita-se que um dos usuários que tenham feito os uploads seja Flonty, um alemão de 21 anos.

Ele disse à BBC ter baixado os vídeos "porque o YouTube apaga os vídeos de música" que o ataque teria sido planejado pelo 4Chan, um website que se descreve como a "casa das coisas mais nojentas, estranhas e horrorosas da internet".

Quando indagado se não estaria preocupado com o fato de que muitas crianças poderiam assistir às imagens pornográficas, ele apenas disse que "elas vão encontrar material impróprio na internet de qualquer jeito".

"Este tipo de ataque mostra como é fácil fazer uploads de pornografia em um site acessados por milhões de pessoas todos os dias", disse Flonty.

Máscaras personalizadas contra nova gripe viram mania no Japão
Meninas incrementam o acessório de proteção contra o H1N1. Autoridades começam a relaxar medidas de segurança.
Estudantes japoneses andam personalizando as máscaras de proteção contra o vírus influenza A (H1N1). O acessório está virando mania entre as adolescentes em Tóquio, especialmente depois que as autoridades de Saúde relaxaram as medidas de segurança contra nova gripe. 
Retorno do ônibus espacial Atlantis fica para sábado (23) por causa do mau tempo
Nave americana realizou com sucesso consertos no telescópio Hubble. Astronautas também poderão voltar à Terra no domingo, diz Nasa.
A Nasa adiou para sábado (23) a aterrissagem do ônibus espacial Atlantis devido ao mau tempo no estado da Flórida, onde estava prevista nesta sexta a chegada da nave, após sua missão no telescópio Hubble. A agência tinha previsto duas tentativas de aterrissagem, a primeiro às 11h de Brasília e a segunda às 12h39 de Brasília.  O ônibus voltará a tentar a aterrissagem no sábado, no Centro Espacial Kennedy da Flórida. Caso ocorra algum imprevisto, o Atlantis pode tentar descer na base Edwards da Força Aérea, na Califórnia. As opções de aterrissagem para o domingo incluem Flórida, Califórnia e Novo México.  Durante sua última missão de serviço de 11 dias ao telescópio espacial Hubble, a tripulação do "Atlantis" realizou cinco caminhadas espaciais, durante as quais modernizou os sistemas e substituiu e consertou peças do telescópio colocado em órbita há 19 anos.  A missão, considerada uma das mais perigosas no programa das naves, permitirá que o observatório continue operando pelo menos durante por mais cinco anos, segundo cálculos dos cientistas da agência espacial dos EUA.  O sucesso da missão foi comemorado na quinta-feira pelo presidente americano, Barack Obama, em uma comunicação com o comandante Scott Altman, a quem transmitiu felicitações.  "Estou orgulhoso do que conseguiram. Esta missão de conserto no espaço proporcionou um exemplo maravilhoso da dedicação e do compromisso com a pesquisa que representa os Estados Unidos", acrescentou Obama. "O Hubble é um símbolo de nossa busca pelo conhecimento", disse.
Justiça americana procura mãe de filho de 14 anos e 250 quilos
Juiz determinou que garoto ficasse sob custódia. Mãe e filhos estão desaparecidos.
A Justiça americana está à procura de uma mulher que não compareceu à corte na última terça-feira (19). Jerri Gray, de 49 anos, é acusada de negligência médica com o próprio filho, Alexander Draper, de 14 anos e que pesa cerca de 250 quilos. O juiz determinou que o garoto, que também está desaparecido, ficasse sob custódia. Ambas as fotos foram liberadas pela polícia de Travelers Rest, na Carolina do Sul 

Chávez anuncia nacionalização de cinco empresas metalúrgicas

Quatro empresas metalúrgicas produzem briquetes; outra, canos de aço. Chávez nacionalizou a Cerámicas Carabobo.

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, anunciou nesta quinta-feira (21) a nacionalização de quatro empresas metalúrgicas produtoras de briquete e de outra de canos de aço. Estas empresas contam com capitais japoneses, mexicanos, europeus e australianos, e operam na região de Guiana, no sul do país.

Chávez também anunciou a nacionalização da empresa local Cerámicas Carabobo, após ter ameaçado comprá-la em 2008 caso não fosse solucionado um conflito que envolvia seus trabalhadores.

"Este setor está nacionalizado, não há o que discutir", disse Chávez em um ato oficial com sindicalistas em Guiana, transmitido em cadeia nacional obrigatória de rádio e televisão.

"As empresas Matesi, Comsigua, Orinoco Iron, Venprecar, Cerámicas Carabobo e Tubos Tavsa estão nacionalizadas", disse o governante, sob o aplauso dos sindicalistas.

Segundo fontes sindicais venezuelanas, a Matesi pertence ao consórcio ítalo-argentino Techint, proprietário da Siderúrgica do Orinoco (Sidor), nacionalizada no ano passado pelo governo Chávez, que pagará US$ 1,97 bilhão pela empresa, em um acordo acertado no começo deste mês.

Orinoco Iron e Venprecar pertencem a um consórcio formado por capitais locais e o grupo australiano-britânico BHP Billiton.

A Comsigua conta com participação do grupo Kobe Steel, de capitais japoneses e europeus, enquanto a Tubos Tavsa tem capital do consórcio Tenaris.

Chávez assinalou que a nacionalização dessas empresas é um passo "indispensável para poder criar um grande complexo industrial homogêneo" na região de Guiana.

Segundo a imprensa local, as empresas produtoras de briquete se encontram praticamente paralisadas desde o anúncio da nacionalização da Sidor, em maio de 2008.

Criança de três anos arremata escavadeira de R$ 24,5 mil na web

Pipi Quinlan fez a aquisição em leilão on-line enquanto os pais dormiam.  Ao ler e-mail sobre a compra, mãe achou que havia adquirido brinquedo.

Uma criança de três anos, da Nova Zelândia, arrematou uma escavadeira por cerca de R$ 24,5 mil no site de leilões TradeMe. Segundo o jornal “The Age”, Pipi Quinlan acordou mais cedo que seus pais, Sarah e Reid Quinlan, e fez a aquisição enquanto brincava sozinho no computador. Ao descobrir o que o filho havia feito, os adultos disseram ter ficado realmente surpresos. A família vive em Stanmore Bay.

Segundo o jornal australiano “The Age”, que publicou a notícia, o garoto iniciou o navegador Internet Explorer e se conectou automaticamente ao site TradeMe, que sua mãe havia usado anteriormente. Depois de alguns cliques, a escavadeira foi comprada sem que Sarah, a usuária responsável pela conta, soubesse.

“Descobri a aquisição quando acordei e abri o computador. Vi o e-mail do TradeMe que dizia algo como ‘você vai adorar sua nova escavadeira’. Eu estava em um leilão para dois kits de Lego e achei que havia vencido a disputa pelo brinquedo. Continuei lendo os e-mails e descobri a compra da verdadeira escavadeira, no maior choque de minha vida”, contou a mãe.

Ela ligou então para o marido, para se certificar de que tinha entendido direito. “Brinquei, dizendo para Sarah que ela teria de tirar seu carro da garagem para que a escavadeira pudesse caber”, afirmou Reid.

 

Sarah ligou para o site de leilões e também para o vendedor, para explicar o que havia acontecido. A página reembolsou os gastos que o vendedor da escavadeira teve para fazer o anúncio, e o homem voltou a divulgar o produto de 1,5 tonelada.

Empresário Nenê Constantino é procurado pela polícia
Sócio-fundador da empresa aérea Gol é suspeito de dois assassinatos. Advogados dizem que ele é inocente e que trata da saúde em São Paulo.
A Polícia Civil do Distrito Federal procura desde a tarde desta quinta-feira (21) o empresário Nenê Constantino para cumprir uma mandado de prisão emitido pela Justiça. Constantino, um dos fundadores da companhia aérea Gol, é apontado pela polícia como o suposto mandante de dois assassinatos.  Outros três mandados de prisão contra suspeitos de envolvimento com os crimes já foram cumpridos. Um genro e dois ex-funcionários do empresário foram presos.  A polícia esteve na casa de Constantino, no Lago Sul, mas ele não foi localizado. Segundo a assessoria do empresário, ele estaria em São Paulo para um tratamento de saúde.  Por telefone, o advogado de Constantino informou que já prepara um pedido de habeas corpus à Justiça para revogar o mandado de prisão contra o empresário. 
Nenê Constantino foi indiciado pela polícia pela primeira vez no dia 10 de dezembro do ano passado pela morte a tiros de um líder comunitário na garagem da Viação Planeta, controlada por sua família. 
Segundo a polícia, o assassinato do líder comunitário foi uma represália ao fato de ele se ter se recusado a deixar uma área invadida do empresário no Distrito Federal. Ao contrário de outras famílias que ocupavam o terreno, a vítima teria se recusado a fazer um acordo para deixar a área.  No dia 30 de dezembro de 2008, Constantino foi indiciado novamente, desta vez pela morte de um ex-caminhoneiro de um grupo de transportes do empresário. O motorista foi morto com quatro tiros em fevereiro de 2001. O motivo do crime também teria sido a disputa por um terreno.  Na época em que foi indiciado, a defesa do empresário informou ao G1 que ele repudiava de “forma veemente”, as acusações, classificadas de “injustas e inverídicas”.  “O sr. Constantino de Oliveira, empresário de 78 anos de idade, jamais respondeu a processo criminal e, confiante da Justiça, no momento próprio, produzirá sua defesa, com a firme e inabalável convicção de que, ao final, restará comprovada sua inocência”, dizia a nota divulgada pela defesa.
Fonte: G1
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