Senador antecipou seu voto a favor do ministro indicado por
Lula ao STF: ‘Vou votar favoravelmente ao Messias’
O presidente da Federação União Progressista e senador Ciro
Nogueira (PP-PI) disse que se Flávio Bolsonaro (PL-RJ) “falar apenas para a
bolha vai perder as eleições”. Ciro condicionou o possível apoio a
candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência ao comportamento dele na
pré-campanha. “Vamos aguardar como ele vai vir, se ele vai focar em
estratégia e pesquisas, ou se ele vai vir apenas para defender o legado do pai.
Aí ele vai perder”, disse à JOVEM PAN.
Caso a União Progressista apoie Flávio Bolsonaro, a
Federação vai querer indicar o candidato a vice. “Se formos apoiar ele, é uma
possibilidade”.
No entanto, Ciro disse que o mais importante é que Flávio
Bolsonaro faça uma campanha para o Centro. “Para unificar o Brasil, para
falar dos problemas do Brasil. Que ele saia dessa ponta da extrema-direita”.
Flávio Bolsonaro segue em segundo lugar nas últimas pesquisas
atrás do presidente Lula.
Durante jantar com líderes da Câmara na noite desta
quarta-feira, Lula não citou Flávio Bolsonaro como um grande rival. O
presidente preferiu focar
nos governadores da Direita.
APOIO A MESSIAS
Ciro Nogueira, ex-ministro de Bolsonaro, antecipou à Jovem
Pan que vai votar a favor de Jorge Messias para ocupar a vaga de ministro do
Supremo Tribunal Federal.
“Tenho admiração, todo mundo sabe, ao Messias, é um bom
amigo, e vou votar favoravelmente a ele”, afirmou.
A reportagem apurou nesta quinta-feira que neste momento há
um clima de aprovação de Messias com o apoio de bolsonaristas. Segundo uma
fonte, Davi Alcolumbre também estaria com o “coração amolecido” depois de se
reaproximar de Lula. Eles devem se encontrar em um ambiente descontraído, em um
jantar dado pelo presidente aos líderes do Senado após o carnaval.
O atual AGU indicado por Lula ao STF sofreu resistências
dentro do Senado, por isso teve sua sabatina adiada. Ele foi indicado ainda em
novembro do ano passado, mas na ocasião, como a reportagem apurou, Alcolumbre
ficou “irritadíssimo” e prometeu trabalhar pela reprovação de Messias. O
favorito do presidente do Congresso era o ex-presidente Rodrigo Pacheco
(PSD-MG).
JP

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