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| Fotos: Angel Morote/Divulgação |
A nota
oficial da Prefeitura de Rio das Ostras, que tenta pintar o governo como "salvador" dos
300 trabalhadores da Terrapleno,
esconde uma pergunta incômoda: Onde
estava a fiscalização municipal enquanto a dívida da empresa crescia até chegar
aos astronômicos R$ 10,5 milhões?
Por lei,
qualquer contrato público exige que a empresa apresente, mensalmente, os
comprovantes de pagamento de salários, INSS
e FGTS para que possa receber a
fatura do mês. Se a Terrapleno deixou de pagar seus funcionários,
a prefeitura deveria ter suspendido os repasses imediatamente. O fato de o montante da dívida ser tão
alto sugere que o governo de Carlos
Augusto pode ter "fechado
os olhos" para as irregularidades
da empresa por meses.
Intervenção tardia e o limite de R$ 5 mil
A intervenção
só ocorreu sob ordem judicial, o que retira o caráter de "bondade" do
Executivo e o coloca no campo da
obrigação legal. Além disso, o
limite de R$ 5 mil por
colaborador levanta suspeitas: se a prefeitura afirma ter retido R$ 10,5 milhões, por que não quitar
integralmente o que é devido aos trabalhadores? Esse teto pode indicar que o rombo deixado pela Terrapleno é muito maior do que o
valor que o município conseguiu bloquear.
Silêncio sobre punições
Até o
momento, o governo municipal não se manifestou sobre quais punições serão
aplicadas à Terrapleno. A empresa será impedida de licitar? Haverá multa pelo descumprimento
contratual? Ou a relação de
proximidade com o empresariado falará mais alto?
O dinheiro
público não pode servir para cobrir rombos de empresas que lucram e deixam o
trabalhador na mão, enquanto a gestão municipal faz propaganda com o infortúnio
alheio.

E cadê o pagamento que não recebemos ainda?
ResponderExcluirCade o meu dinheiro carlos augusto?
ResponderExcluirPaga os trabalhadores Carlos Augusto
ResponderExcluirBando de caloteiro, paga nossos direitos terra plena e prefeitura de rio das ostras
ResponderExcluirPrefeitura caloteira
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