Agentes do Grupo de Atuação
Especial de Combate cumpriram cinco mandatos de prisão e oito de busca e
apreensão
A polícia do Rio de
Janeiro prendeu nesta sexta-feira, 1º, ao menos quatro pessoas na
Operação Rede, uma investigação condizida pelo Ministério Público do Rio de
Janeiro (MPRJ) que investiga o comércio ilegal de armas e munições. Dois deles
estão envolvidos no caso da vereadora Marielle
Franco, assassinada no dia 14 de março de 2018. Os detidos são acusados
de fazer parte da milícia de Ronnie Lessa e
Maxwell Simões Corrêa, conhecido como Suel.
A ação desta sexta é um
desdrobamento da Operação Jammer, iniciada em agosto de 2023, e mira o esquema
de instalação ilegal de sinais de TV e internet pela milícia de Ronnie e Suel
na região de Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio. Ao todo, foram cumpridos,
pelos Agentes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado
(Gaeco/MPRJ), cinco mandatos de prisão e oito de busca e apreensão. As ordens
judiciais foram expedidas pela 2ª Vara Criminal da Regional de Madureira. A
operação conta com apoio das Polícias Civil e Militar.
Ronnie Lessa e Suel estão presos
pela morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Nesta
sexta foram presos: Paulo Sérgio Ladi Pereira, Roberto Pinheiro Mota,
Wellington Aleixo Vitória Coutinho e Welington De Oliveria Rodrigues, conhecido
como Manguaça, que já estava preso em São Gonçalo. Manguaça é apontado pela
invetsigação como um dos gerentes da central de TV a cabo clandestina.
Por Sarah Américo

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