
Henry Borel, de 4 anos, morreu em 8 de março; padrasto e mãe
falam em acidente, mas polícia investiga agressão.
Foto: Reprodução/Instagram
No depoimento
desta quarta-feira (14), mulher confirmou que estava em casa quando Jairinho
supostamente agrediu Henry Borel antes do dia da morte do menino
A empregada
doméstica (que chamaremos de R.) que trabalhava na casa do vereador Jairo Souza
Santos, conhecido como Dr. Jairinho, e a professora Monique Medeiros, mãe de Henry
Borel, de 4 anos, confirmou à CNN que
estava na casa do casal quando a babá de Henry relatou à mãe do menino, por
mensagens de WhatsApp, sobre as supostas agressões sofridas pela criança.
R. prestou novo
depoimento à polícia civil nesta quarta-feira (14) e relatou que “não viu e nem
ouviu nada em relação às agressões, mas presenciou quando o menino saiu do
quarto de Jairinho e foi direto para o colo da babá”. Porém, ressaltou que ele
não estava com expressão de choro.
No primeiro
depoimento prestado à polícia, no dia 23 de março, R. passou a ideia de uma
família harmônica e não mencionou qualquer situação suspeita. Ao contrário, na
ocasião, ela afirmou que Jairinho nunca ficou sozinho com Henry e que também
nunca presenciou briga na casa.
Por telefone
à CNN, a empregada disse
ainda que não mentiu em seu depoimento inicial e que está confiante em relação
ao que relatou aos investigadores do caso nesta quarta-feira.
A babá do
menino Henry também prestou um novo depoimento, na última segunda-feira (12),
ocasião em que afirmou estar com a empregada na casa de Jairinho e Monique,
quando supostamente o vereador agrediu o menino no quarto do casal. Após este
depoimento da babá ter confrontado o que disse a empregada em seu primeiro
testemunho, R. voltou à delegacia para uma nova arguição.
Aos
investigadores, a babá também relatou que quando Henry saiu do quarto e
reclamou de dor no joelho, a empregada chegou a perguntar se ele tinha
machucado o pé. Henry então respondeu que foi por causa da “banda”, mas não
explicou exatamente o que significava e que a empregada também não perguntou.
O 2º depoimento
da empregada foi realizado nesta quarta-feira, na 16ª Delegacia de Polícia, na
Barra da Tijuca, e durou cerca de quatro horas. Ela entrou e saiu do local com
o rosto coberto e sem falar com a imprensa. R. foi a primeira pessoa a entrar
na casa de Jairinho e Monique após a morte de Henry.
Iuri
Corsini, da CNN, do Rio de Janeiro
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