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| Vista de El Paso, nos EUA, com Ciudad Juarez, no México, ao fundo. Alex Segura Lozano / EFE - 17.8.2020 |
Medidas contra
pandemia enrijeceram ainda mais os limites entre os dois países, trazendo
sequelas para os dois lados da linha divisória
A chegada
do novo
coronavírus às regiões de fronteira entre os Estados Unidos e o
México enrijeceram ainda mais os limites entre os dois países, o que vem
trazendo sequelas para os dois lados da linha divisória.
A cidade
americana de El Paso, por exemplo, bateu recorde de casos de covid-19 na última
semana, e tem sido obrigada a impor diversas medidas de restrição.
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Uma delas é o
fechamento da ponte que liga a cidade ao município de Ciudad Juarez, no México,
impedindo muitos latinos, mesmo com visto, de fazerem seu trabalho em
território americano.
Embora tenham
autorização para ficar nos Estados Unidos, muitas pessoas na região preferem
morar do lado mexicano por conta do custo de vida mais baixo.
Sem a
mão-de-obra hispânica, boa parte dos pequenos negócios em El Paso estão à beira
da falência. A exceção são as grandes redes de fast-food, como o McDonalds.
Em Nogales, no
estado do Arizona, a economia local também sofre com a ausência dos mexicanos,
tanto os trabalhadores como também os consumidores, cujo sumiço representou
diminuição de 90% da atividade.
O Texas é um
dos estados mais atingidos pelo coronavírus no território americano, tendo
ultrapassado os 540 mil casos e atingido quase 10 mil mortes.
Da EFE

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