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| Maduro está enviando esquadrões da morte para assassinar jovens e forjar as cenas para parecer que as vítimas resistiram à prisão. |
Números
apresentados pela ditadura de Nicolás Maduro mostraram que as
mortes atribuídas a criminosos que resistiram à prisão alcançaram 5.287 no ano
passado e 1.569 até 19 de maio deste ano. Um total de 6.856 mortes.
Um relatório da
Organização das Nações Unidas (ONU) disse que muitas destas mortes parecem ter
sido execuções extrajudiciais.
O relatório vê
com especial preocupação a atuação da Força de Ação Especial da Polícia
Nacional Bolivariana (Faes), criada por Maduro para “combater o crime e o
terrorismo”.
Estes
esquadrões da morte costumam invadir as casas, levar pertences e agredir
mulheres e meninas. “Eles separavam homens jovens de outros familiares antes de
baleá-los”, disse o relatório.
O relatório da
ONU também afirma que os assassinatos são parte de uma estratégia da ditadura
Maduro que visa “neutralizar, reprimir e criminalizar oponentes políticos e
pessoas críticas do governo” que se acelerou desde 2016, informa o jornal Estadão.
RENOVA
Mídia.

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