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© Luis
Macedo Jair Bolsonaro entrega texto da reforma
da
Previdência ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia
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A PEC (proposta
de emenda à Constituição) da reforma da Previdência entregue pelo presidente Jair
Bolsonaro em 20 de fevereiro começará a tramitar pela Câmara dos
Deputados. Caso seja aprovada, seguirá para o Senado Federal.
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por Poder360 Jornalismo
e
Comunicação S/S LTDA.
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Conforme as
regras regimentais do Congresso, o projeto tem que passar 1º pela CCJ (Comissão
de Constituição e Justiça) da Câmara, que deve ser instalada na próxima 4ª feira (13.mar.2019).
Nela, deputados
analisarão se o texto fere algum princípio constitucional. O colegiado não
analisa o mérito do texto. Os deputados terão o prazo de 5 sessões para votar 1
parecer que será elaborado por 1 relator –ainda não definido.
Com a
constitucionalidade e o parecer do relator aprovados na CCJ, o presidente da
Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criará uma comissão especial formada por
deputados que irão discutir o mérito da matéria. É apenas nesta etapa que
mudanças poderão ser propostas, através de emendas.
A comissão
especial terá o prazo de 40 sessões para votar 1 parecer que também será
apresentado por 1 relator, que ainda será escolhido.
Aprovado pelo
colegiado especial, a PEC será votada no plenário da Câmara. Lá, precisará de
ao menos 308 votos dos 513 deputados, em 2 turnos de votação.
A votação no
plenário é nominal, com o registro no sistema eletrônico. Entre os 2 turnos, é
preciso esperar 1 intervalo de 5 sessões. Caso a PEC não alcance o número
mínimo necessário de votos, será arquivada.
No caso de ser
aprovada pelos deputados, a PEC segue para a CCJ (Constituição e Justiça) do
Senado. Logo depois, vai ao plenário, onde precisará de ao menos 49 votos entre
os 81 senadores, também em 2 turnos de votação.
Caso haja
alguma alteração feita pelos senadores no texto inicialmente aprovado pelos
deputados, a proposta volta para ser reanalisada pela Câmara. Aprovada com o
mesmo conteúdo, segue para promulgação do presidente do Congresso, Davi
Alcolumbre (DEM-AP).
Como a proposta
é uma PEC, não precisa ser enviada para sanção do presidente Jair Bolsonaro.
Após a promulgação, as novas regras passam a valer.
Eis o passo a
passo da tramitação:
Nathália
Pase


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