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| O presidente do Equador, Lenín Moreno, durante visita à China, em 13 de dezembro de 2018 — Foto: Fred Dufour/Pool via Reuters |
Presidente
Lenín Moreno também disse que país não enviará representante para a solenidade
desta quinta-feira. Em pronunciamento na TV, ele diz que Equador recebeu
'insultos gratuitos' por ter abordado questões de direitos humanos.
O presidente do
Equador, Lenín Moreno, anunciou na noite desta quarta-feira (9) que o país está
retirando seu embaixador de Caracas, um dia antes da posse de Nicolás Maduro em
seu segundo
mandato como presidente da Venezuela.
Em mensagem
transmitida na TV, o presidente equatoriano afirmou que o país também não
enviará representante para a posse de Maduro, nesta quinta.
"Por ter
apontado objeções sobre questões de direitos humanos, recebemos insultos
gratuitos feitos pela autoridade oficial (o vice-presidente venezuelana, Delcy
Rodríguez), que nos obrigaram a retirar nosso embaixador em Caracas",
disse Moreno. "E por tudo isso decidimos, como governo, que não enviaremos
delegação oficial para posse em 10 de janeiro".
Até o momento,
o único presidente a confirmar presença na posse de Maduro foi o da Bolívia,
Evo Morales. A solenidade está marcada para o meio-dia (horário de Brasília)
desta quinta-feira em Caracas.
Outros países
da América Latina, integrantes
do Grupo de Lima - entre eles o Brasil - não reconhecem a
legitimidade do segundo mandato do presidente venezuelano. O Peru,
inclusive, proibiu
a entrada de Maduro, seus familiares e a cúpula de seu governo no país.
Por G1

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