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Submarino
militar argentino ARA San Juan é visto deixando
o porto de
Buenos Aires (Foto: Armada Argentina/Handout via Reuters)
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'Não foi
encontrada nenhuma evidência de naufrágio', diz porta-voz. Buscas pelo veículo
continuam.
A Marinha da
Argentina anunciou nesta quinta-feira (30) que não busca mais sobreviventes do
submarino militar desaparecido há 15 dias, mas as buscas pelo veículo
continuam.
O ARA San Juan
desapareceu com 44 tripulantes a bordo no dia 15 de novembro, quando navegava
pelo Golfo de São Jorge. O submarino havia zarpado no domingo 11 de novembro de
Ushuaia para retornar a Mar del Plata, sua base habitual. Em sua última
comunicação, informou que uma entrada de água pelo sistema de ventilação
provocou um princípio de incêndio na casa de baterias.
"O
Ministério de Defesa e a Marinha argentina informam que hoje, quinta-feira, se
declara encerrado o caso SAR do submarino San Juan, mudando a fase de
buscas", disse o porta-voz da Marinha, Enrique Balbi. A nova fase continua
com as buscas pelo submarino, acrescentou.
Segundo ele, o
caso SAR tinha como missão o "salvar pessoas em perigo na área marítima
com o fim de preservar a vida humana". No entanto, a rede de cooperação
para as busas "com pessoal altamente capacitado e as tecnologias mais
avançadas do mundo não encontraram nenhuma evidência de naufrágio nas áreas
exploradas", acrescentou.
"A
quantidade de dias que determinam as possibilidades de resgate se estendeu até
mais que o dobro", disse Balbi.
Na semana
passada, a Marinha declarou que foi detectado um "evento consistente com
uma explosão" após o último contato do submarino, em local próximo a sua
última localização conhecida. A notícia provocou revolta e foi recebida pelas
famílias como uma confirmação da morte dos 44 tripulantes.
Por G1

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