Conselheiros do TCE suspeitos de receber propina podem ser sair da prisão

Prazo da prisão temporária dos cinco presos expira nesta sexta-feira (7). Se forem soltos, suspeitos podem voltar a trabalhar no tribunal.
Os conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE), presos por suspeita de receber propina, podem sair da cadeia a qualquer momento já que o prazo da prisão temporária termina nesta sexta-feira (7). Eles foram presos na Operação Quinto do Ouro da Polícia Federal há 10 dias.
Na última terça-feira (4), em uma plenária para analisar as contas do estado, foram convocados auditores substitutos para atingir o número mínimo dos representantes. O TCE informou que não há impedimento para que os conselheiros voltem a trabalhar caso sejam soltos nesta sexta-feira (7). Eles estão sob investigação e só serão impedidos se houver um pedido da Justiça.
O presidente do tribunal Aloysio Neves cumpre prisão domiciliar a pedido do Ministério Público, por causa de uma doença grave. O vice-presidente, Domingos Brazão e os conselheiros Marco Antônio Alencar, José Nolasco e José Gomes Graciosa estão na cadeia pública Pedrolino de Oliveira, em Bangu, Zona Oeste do Rio. No mesmo presídio está o conselheiro aposentado Aluísio Gama de Souza. Todos são suspeitos de receber propina para fazerem “vista grossa” em contratos entre empreiteiras e o Governo do Rio.
A prisão temporária é regulamentada pela lei 7.960/89 com prazo de duração de cinco dias, prorrogáveis por mais cinco. A medida é utilizada para que a polícia ou o Ministério Público colete provas para, depois, pedir a prisão preventiva do suspeito em questão.

Por RJTV
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