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Presidente
cassada Dilma Rousseff e presidente
Michel Temer©
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No mesmo despacho em que encerrou
a fase de instrução do processo, Benjamin deu prazo de dois dias para que as
partes interessadas, incluindo o presidente Michel Temer, apresentem as
alegações finais. Concluída essa etapa, o ministro apresentará seu
relatório final e o caso será finalmente julgado pelos sete ministros do TSE.
A interlocutores, ele tem dito que pretende levar o processo ao
plenário do tribunal até abril.
O processo, em que a chapa é
investigada por abuso de poder político e econômico na eleição presidencial de
2014, pode levar à destituição de Michel Temer. Em sua defesa, o presidente
argumenta que sua prestação de contas foi separada da de Dilma Rousseff e que,
por essa razão, ele não estaria sujeito a punição por irregularidades
cometidas pelo comando do comitê petista, como o uso de dinheiro sujo do
petrolão para bancar despesas ligadas à eleição.
A questão é controversa – e
dependerá do veredicto dos ministros do TSE. A tendência, de acordo com fontes
do tribunal, é que o voto de Herman Benjamin seja favorável à cassação da
chapa completa – no caso, a punição seria extensiva a Michel Temer.

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