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| Menino João Roberto foi morto em julho de 2008 |
Menino de 3 anos morreu após ter
carro metralhado por policiais.
O ex-cabo da Polícia Militar
Wiliam de Paula, acusado de matar o menino João Roberto Amorim Soares, de 3
anos, em julho de 2008, passará por um novo julgamento às 13h desta terça-feira
(9). João foi morto a tiros quando o carro de sua mãe foi confundido com o de
criminosos. Segundo o Tribunal de Justiça do Rio, a última audiência foi adiada
por conta de uma renúncia do advogado do réu que desistiu do caso.
O novo julgamento foi pedido pelo
Ministério Público do Rio, que recorreu da decisão que absolveu o ex-PM do
crime de homicídio doloso, por quatro votos a três, em audiência realizada em
10 de dezembro de 2008.
Junto com o também ex-PM Elias Gonçalves da Costa – que foi absolvido do crime – William foi acusado por ter disparado 17 vezes contra o carro da mãe de João Roberto, durante perseguição na Tijuca, na Zona Norte do Rio, matando a criança. O menino também estava com o irmão dentro do veículo.
Junto com o também ex-PM Elias Gonçalves da Costa – que foi absolvido do crime – William foi acusado por ter disparado 17 vezes contra o carro da mãe de João Roberto, durante perseguição na Tijuca, na Zona Norte do Rio, matando a criança. O menino também estava com o irmão dentro do veículo.
Novo júri
O MP questiona a decisão dos jurados que absolveram William do crime de homicídio. Ele foi condenado por lesão corporal. Segundo o MP, a decisão contraria a prova pericial que apontou o erro de William e do ex-PM Elias Gonçalves ao confundirem o carro de Alessandra Soares, mãe de João Roberto. Um novo júri foi requerido pelo MP.
O MP questiona a decisão dos jurados que absolveram William do crime de homicídio. Ele foi condenado por lesão corporal. Segundo o MP, a decisão contraria a prova pericial que apontou o erro de William e do ex-PM Elias Gonçalves ao confundirem o carro de Alessandra Soares, mãe de João Roberto. Um novo júri foi requerido pelo MP.
Relembre o caso
João Roberto foi baleado em 6 de julho de 2008, quando William de Paula e o ex-soldado Elias Gonçalves da Costa perseguiam bandidos na Rua Espírito Santo Cardoso, na Tijuca. Elias foi absolvido pelo Tribunal do Júri, após ter declarado que só deu um tiro para o alto e que o colega, William de Paula, é quem teria atirado no carro. Após o crime, os dois foram expulsos pela Polícia Militar.
João Roberto foi baleado em 6 de julho de 2008, quando William de Paula e o ex-soldado Elias Gonçalves da Costa perseguiam bandidos na Rua Espírito Santo Cardoso, na Tijuca. Elias foi absolvido pelo Tribunal do Júri, após ter declarado que só deu um tiro para o alto e que o colega, William de Paula, é quem teria atirado no carro. Após o crime, os dois foram expulsos pela Polícia Militar.

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