IPC-S do Rio de Janeiro teve maior aceleração entre capitais
pesquisadas.
A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal
(IPC-S) ficou maior em cinco das sete capitais pesquisadas pela Fundação
Getulio Vargas (FGV) na passagem da terceira para a quarta semana de novembro.
A maior aceleração foi registrada no Rio de Janeiro, de 0,27 ponto
percentual. Na capital fluminense, o IPC-S passou de 0,75% para 1,02%, puxado
pela alta de 13,94% no preço da conta de luz, de 69,77% na batata-inglesa e de
4,03% no condomínio residencial.
De uma variação de 0,58% na terceira semana de novembro, o IPC-S no
país passou para 0,65% na semana seguinte.
Em Salvador, a alta foi de 0,05 ponto percentual, passando de 0,72%
para 0,77%. Em Brasília, a taxa foi de 0,61% para 0,65%, e em Belo Horizonte,
de 0,27% para 0,44%. Em São Paulo, a variação foi pequena: de 0,53% para 0,55%.
Em Salvador, as principais influências que puxaram a inflação foram
conta de luz (8,5%), batata-inglesa (94,82%) e gasolina (2,99%). Na capital
federal, o que mais pesou no aumento foram passagens aéreas (15,82%),
batata-inglesa (56,74%) e gasolina (1,24%). Em Belo Horizonte, pesaram a batata-inglesa
(62,93%), gasolina (1,44%) e conta de luz (1,42%). Já em São Paulo foram
aluguel residencial (0,98%), gasolina (1,76%) e refeição em bares e
restaurantes (0,47%).
Já no Recife e em Porto Alegre, a inflação teve uma ligeira queda na
passagem da terceira para a quarta semana de novembro, de 0,44% para 0,43% e de
0,56% para 0,53%, respectivamente.
No Recife, as principais influências na queda vieram da cebola
(-12,82%), perfume (-1,39%) e protetores para a pele (-4,84%). Em Porto Alegre,
foram leite longa vida (-6,14%), conta de luz (-1,75%) e alimentos preparados e
congelados de carne bovina (-4,64%).

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