| Rio das Ostras Jornal
REGIÃO
Casimiro de Abreu receberá R$ 2 milhões para contenção de encostas e recuperação de ruas
Autoridades participam da cerimônia
O prefeito Antônio Marcos participou na manhã da última quinta-feira (12) da cerimônia de assinatura de convênios de transferência de recursos federais e estaduais, no valor de R$ 76,250 milhões, para a execução de obras de prevenção e recuperação em 29 municípios fluminenses atingidos pelas chuvas no último verão. Casimiro de Abreu receberá R$ 2 milhões, que, de acordo com o prefeito, serão utilizados na reconstrução de pontes, recuperação de ruas e contenção de encostas. A cerimônia aconteceu no auditório da Firjan, no Rio de Janeiro, e contou com a presença do ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima.
Acompanhado do chefe de Gabinete, que também compareceu ao evento, o prefeito comemorou mais um convênio com o governo do estado. “Já conseguimos R$ 3 milhões do Padem e agora mais R$ 2 milhões dos governos Federal e Estadual. A Região Serrana deverá receber a maior parte desses recursos, já que foi uma das mais castigadas pelas chuvas. A área rural também será beneficiada”, revelou o prefeito.
Além de Casimiro de Abreu, os municípios de Aperibé, Barra do Piraí, Bom Jesus do Itabapoana, Cachoeiras de Macacu, Cambuci, Carapebus, Casimiro de Abreu, Cardoso Moreira, Comendador Levy Gasparian, Conceição de Macabu, Itaboraí, Italva, Itaperuna, Lage do Muriaé, Miracema, Natividade, Paracambi, Paraíba do Sul, Paraty, Porciúncula, Piraí, Rio Bonito, Rio Claro, São Francisco do Itabapoana, Silva Jardim, Santo Antônio de Pádua, São João da Barra, Tanguá e Varre-Sai também foram contemplados com recursos, que variam de R$ 2 milhões a R$ 4,5 milhões.
As obras serão licitadas pelo Estado através de concorrência pública e indicadas pelas próprias prefeituras. A previsão é que antes mesmo do final do ano comecem a ser executadas. Do total de R$ 76,250 milhões, R$ 45 milhões são da Secretaria Nacional de Defesa Civil, R$ 20 milhões do Funesbom (Fundo Especial do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro) e R$ 11,250 milhões do Tesouro estadual.

Trânsito para nos horários de rush

Motoristas criticam intervenções da Mactran no Cavaleiros e pedem abertura da agulha que dá acesso ao bairro

Seis horas da manhã e a RJ-106 já está engarrafada para quem segue em direção ao Centro da cidade. No trecho entre o Parque dos Tubos e o bairro Novo Cavaleiros, o trânsito não consegue fluir e motoristas mal alcançam a velocidade de 20km por hora, durante a manhã. O trajeto não chega a 10km e pode ser percorrido, com o trânsito livre, em menos de 10 minutos. Mas até às 9h, o tráfego é pesado e a viagem pode durar mais de uma hora.

Depois de encarar um longo engarrafamento logo no início de Macaé, o motorista chega a Praia dos Cavaleiros, outro ponto onde o fluxo de veículos é intenso, chegando a registrar uma média de 1,5 mil carros por hora. A falta de sinalização, aliada ao fechamento de algumas 'agulhas' e a colocação de cones nas ruas, provoca transtornos ainda maiores para os motoristas.

Seguindo adiante, o motorista chega ao viaduto, já na região central da cidade, onde o trânsito dá um nó. São carros em busca de estacionamentos, ônibus que param fora dos pontos, motociclistas que costuram entre os carros, pedestres que atravessam fora da faixa, além de inúmeros caminhões pesados que cruzam a rodovia Amaral Peixoto a todo tempo, dificultando ainda mais o tráfego.

Depois de sobreviver ao Centro da cidade, onde todas as ruas têm um trânsito bastante intenso, o motorista que segue em direção a Barra ainda enfrenta mais engarrafamento na Amaral Peixoto, onde concentram-se um grande número de estabelecimentos comerciais e de serviços, dificultando ainda mais a fluidez dos carros.

Agora, quem sai da Barra em direção a Praia dos Cavaleiros por volta das 16h, quando as pessoas começam a deixar o trabalho para um merecido descanso, encara todo esse trânsito caótico novamente. Um verdadeiro teste de paciência para motoristas e passageiros do transporte público, que ainda enfrentam os ônibus lotados.

Por falta de planejamento e vias alternativas de fácil acesso, os engarrafamentos se concentram nos horários de rush, exatamente quando as pessoas chegam e deixam seus empregos, bem como nas saídas das escolas e durante o horário de almoço.

Moradores reclamam de fechamento de 'agulha'

No bairro dos Cavaleiros, moradores e comerciantes têm amargado dias de prejuízo e muitos transtornos. Quem seguia do Centro em direção ao bairro, estava acostumado a fazer o retorno no trevo da Linha Vermelha. Mas nos horários de pico cones são colocados na pista para impedir a passagem em direção ao Centro. Com isso, os motoristas têm que retornar após o acesso ao Novo Cavaleiros, transferindo o engarrafamento para aquele local, onde uma fila de carros se forma.

Outro transtorno apontado pelos moradores da região é o fechamento da agulha que dá acesso a Avenida Nossa Senhora da Glória, próximo ao posto da Polícia Militar. Desde que a prefeitura fechou este acesso, o movimento nos estabelecimentos comerciais reduziu em até 30% e moradores precisam dar muitas voltas para chegar até em casa. A alternativa é pegar a Avenida da Glória lá no seu início, próximo ao Terminal da Lagoa.

De acordo com o secretário de Mobilidade Urbana, Jorjão Siqueira, o fechamento da 'agulha' foi necessária para a fluidez do tráfego. “Não podemos pensar em apenas um ou dois comerciantes, mas na coletividade”, afirmou.

No entanto, o fechamento deste acesso não prejudicou apenas alguns comerciante, mas todos que trabalham e também moram no bairro Cavaleiros, já que precisam dar a volta em outro bairro. Uma das propostas dos moradores é a colocação de um semáforo em frente ao Spoleto e a abertura daquele acesso, o que facilitaria, e muito, a trafegabilidade na região e o acesso ao bairro. “O sinal poderia funcionar em sincronia com o que fica logo à frente. Assim, os motoristas podem fazer o retorno e ter acesso ao bairro mais facilmente”, falou um morador da região.

Vandalismo: bandidos colocam fogo em ônibus no bairro Aroeira

Polícia intensificou patrulhamento no bairro

Bandidos atearam fogo nesse fim de semana num ônibus que atende a comunidade do bairro Aroeira, em Macaé. Segundo a polícia, a ação seria uma represália a prisão de três assaltantes da área. A polícia intensificou o patrulhamento nos acessos ao bairro Aroeira, que fica a 500 metros do centro de Macaé.
Até o comandante do batalhão da PM chegou de viagem do Rio e foi direto para a operação. O objetivo era prender criminosos que atearam fogo num ônibus na noite de sábado. Ninguém ficou ferido, mas o ônibus foi totalmente destruído pelo fogo. De acordo com o serviço reservado da PM, traficantes divididos em três motos incendiaram o ônibus em resposta à prisão de três assaltantes que, segundo a polícia, moravam na comunidade. No local do crime, ainda estão as marcas.
Esta não é a primeira vez que ônibus são incendiados por traficantes em Macaé. Em janeiro, cinco ônibus foram queimados e 12 depredados. Para combater a onda de violência na cidade até o Batalhão de Operações Especiais, o Bope, foi solicitado na época. Dez meses depois, quem mora no local acredita que isso só mancha a imagem do município. Até o momento nenhum suspeito pelo vandalismo foi identificado. O comandante da Polícia Militar em Macaé, Alny Ribeiro, disse que só pode falar sobre o assunto mediante autorização do comando da PM, no Rio de Janeiro.

Entra em vigor lei anti-fumo em Nova Friburgo

A lei estadual proíbe o fumo de de cigarros e charutos em ambientes públicos fechados.
O comércio vai ter que se adequar às novas regras. É proibido ter espaço exclusivo para fumantes em bares, restaurantes e boates. Cinzeiros também deverão ser retirados.
Em Nova Friburgo, a prefeitura já tinha sancionado uma lei com a mesma finalidade, que também entra em vigor nesta segunda-feira. O dono do estabelecimento comercial que descumprir a lei pode receber multas que variam de 3 mil a 30 mil reais. A proibição também vale para veículos oficiais, como viaturas policiais e ainda veículos públicos ou privados de transporte coletivo como ônibus e táxis.
Um shopping da cidade, já tinha se adequado a uma lei federal anti-tabagismo de 1996 que, proíbe o fumo em locais fechados. Acabou com a área exclusiva para fumantes e eliminou os cinzeiros, mas segundo a administração, as novas leis são mais rígidas e dão subsídios para que clientes sejam proibidos de fumar.
Postar no Google +

About Redação

This is a short description in the author block about the author. You edit it by entering text in the "Biographical Info" field in the user admin panel.
    Blogger Comment
    Facebook Comment

0 comentários:

Postar um comentário

Obrigado pelo seu comentario.
Fique sempre ligado do que acontece em nossa cidade!

Publicidade