Filme sobre Lula abre Festival de Brasília nesta terça
Longa inédito de Fábio Barreto inaugura mostra, que acontece até dia 24. Competição reúne 6 longas inéditos, como novos de Muylaert e Mocarzel.
O filme “Lula, filho do Brasil” (assista ao trailer), que leva aos cinemas a biografia do presidente da república, não poderia ter ocasião mais apropriada para ser lançado, o Festival de Brasília, que começa nesta terça-feira (17). O longa de Fábio Barreto (de “O quatrilho”) terá sessão de gala na cerimônia de abertura da mostra, às 20h, no Teatro Nacional Claudio Santoro, em que a presença do próprio Lula é esperada.
Na 42ª edição do festival, seis longas-metragens inéditos competem pelo Candango de melhor filme: “É proibido fumar”, de Anna Muylaert, “O homem mau dorme bem”, de Geraldo Moraes, e os documentários “Quebradeiras”, de Evaldo Mocarzel, “A falta que me faz”, de Marília Rocha, “Filhos de João, admirável mundo novo baiano”, de Henrique Dantas, “Perdão mister fiel”, de Jorge Oliveira. Também haverá premiação de curtas e médias-metragens. O evento será encerrado dia 24 com a exibição fora de competição do filme coletivo “Brasília, a última utopia”, assinado por Pedro Anísio, Geraldo Moraes, Vladimir Carvalho, Pedro Jorge de Castro, Moacir de Oliveira e Roberto Pires, que traz seis episódios sobre a paisagem do planalto central.
Ficção
Glória Pires terá uma participação no Festival de Brasília digna do título de musa do evento, pois além de atuar em “Lula, o filho do Brasil”, em que interpreta Dona Lindu, mãe do presidente, a atriz protagoniza a comédia musical “É proibido fumar”, que está na mostra competitiva. Nesse último, Glória interpreta a professora de música Baby, que se envolve com um músico, vivido pelo Titã Paulo Miklos. Como em seu filme anterior, “Durval discos”, a diretora Anna Muylaert coloca a trilha sonora no centro da trama e aposta em referências pop. O elenco também traz Marisa Orth, a cantora Pitty e o quadrinista Lourenço Mutarelli (de “O cheiro do ralo”). As referências pop também estão presentes no outra produção de ficção que marca presença na mostra competitiva deste ano, “O homem mau dorme bem”. A trama, que marca a estreia de Geraldo Moraes na direção de longas, traz o encontro de três almas perdidas em um posto de gasolina de beira de estrada: a proprietária do local, um vendedor de CDs e DVDs piratas e um borracheiro que não dorme há três anos.
Mas são os documentários que dominam a competição do 42º Festival de Brasília. Destaca-se o novo filme de Evaldo Mocarzel (de “Á margem do concreto” e “Do luto à luta”), “Quebradeiras”, que revela o dia a dia das quebradeiras de coco de babaçu da região do Bico do Papagaio, entre o Maranhão, Tocantins e Pará.
Documentários
Também há “Filhos de João, admirável mundo novo baiano”, que retrata o grupo Novos Baianos no contexto da MPB das décadas de 60 e 70, “A falta que me faz”, que mostra a vida de quatro adolescentes na Serra do Espinhaço, em Minas, e “Perdão Mister Fiel”, sobre a morte sob tortura do operário comunista Manoel Fiel Filho nos anos 70.
'Brasil cometerá erro se não investir em missões ao espaço', diz Buzz Aldrin
Segundo homem a pisar na Lua visita o Brasil nesta terça-feira (17). G1 conversou com o astronauta sobre o futuro da exploração espacial.
O Brasil deveria investir na exploração tripulada do espaço e os Estados Unidos não deveriam voltar à Lua. A opinião tem peso -- vem do astronauta Buzz Aldrin, o piloto do módulo lunar da Apollo 11 e o segundo homem, depois de Neil Armstrong, a pisar na Lua.
Aldrin chega ao Brasil para uma visita de dois dias em comemoração aos 40 anos da Apollo 11 nesta terça-feira (17). Antes de embarcar no voo que o trará ao país, ele conversou com o G1por telefone sobre exploração espacial e sobre o papel que ele acredita que cabe ao Brasil e aos Estados Unidos nas futuras missões ao espaço.
O astronauta fez críticas aos planos da Nasa. Para ele, os americanos não deveriam mais voltar à Lua. "Já fizemos isso antes", afirma.
Para Aldrin, os Estados Unidos deveriam ajudar outras nações a ir à Lua enquanto ampliam sua presença no espaço para outros lugares, como asteroides, cometas e, é claro, Marte.
Além disso, ele é contra a aposentadoria dos ônibus espaciais, prevista pela Nasa para 2010. "Não deveríamos fazer tudo às pressas desse jeito, para encerrar no ano que vem e ficarmos tendo que assinar cheques para os russos para pegar carona em suas Soyuz", critica.
Aldrin sugere que as missões do Atlantis, do Discovery e do Endeavour deveriam ser estendidas por mais cinco anos até que uma "verdadeira" substituta, uma nave que pouse em pista como eles, seja desenvolvida.
Buzz Aldrin – O Brasil cometeria um erro imperdoável se não investisse em missões tripuladas ao espaço. O potencial para desenvolvimento da exploração humana é imenso e um país em crescimento como o Brasil não pode ignorar isso.
O Brasil deve investir nas aplicações comerciais, como monitoramento de florestas e do clima. É essencial.
A Estação Espacial Internacional, também, poderia e deveria ser usada sempre e cada vez mais como um projeto de cooperação tecnológica com países em desenvolvimento, como o Brasil e a Coreia do Sul.
G1 – Recentemente, a Nasa lançou com sucesso o foguete Ares I-X, que será usado para futuras missões à Lua e a Marte. Qual sua opinião sobre esse projeto? Os astronautas deveriam voltar para a Lua ou os esforços deveriam ser direcionados para Marte?
Aldrin – Antes de chegarmos a esse ponto, acredito que o Estados Unidos ainda têm muito o que fazer.
Primeiro, ainda temos cinco missões dos ônibus espaciais no próximo ano. Acredito que nós devemos expandir essas missões para uma por ano pelos próximos cinco anos. Não deveríamos fazer tudo às pressas desse jeito, para encerrar no ano que vem e ficarmos tendo que assinar cheques para os russos para pegar carona em suas Soyuz para ir à Estação Espacial.
Outra coisa que podemos fazer é investir em naves que pousam em pistas, como os ônibus espaciais, que todas as nações, incluindo o Brasil, poderiam usar para missões à órbita da Terra.
Os Estados Unidos voltarem à Lua em 2020 ou 2025 ou depois seria um grande erro. Nós já fizemos isso antes.
Nós somos os líderes e deveríamos usar essa experiência de liderança que temos para montar uma iniciativa comercial e internacional e ajudar outros a irem à Lua. Precisamos de cooperações comerciais internacionais lunares -- não governamentais, mas comerciais -- para trabalhar no desenvolvimento de infraestrutura para as missões lunares internacionais.
Enquanto isso os Estados Unidos enviam seus astronautas progressivamente para mais e mais longe da órbita da Terra. Outras pessoas irão à Lua enquanto nós iremos a cometas, asteroides, depois para as luas de Marte e, depois que já tivermos ido lá várias vezes, chegaremos em Marte para montarmos uma base permanente.
G1 – O senhor mencionou a futura aposentadoria dos ônibus espaciais. Eles serão substituídos por um veículo muito parecido com o projeto das naves da missão Apollo. Qual sua avaliação das novas naves Orion?
Aldrin – O projeto original das naves Orion é voltado à missão de ir à Lua e depois muito além. É um bom e razoável ponto de partida desenhar uma nave que tem a missão de lançar pessoas e trazê-las de distâncias muito grandes de volta à Terra -- mesmo as distâncias das luas de Marte e de Marte mesmo.
Mas para missões à órbita baixa da Terra nós precisamos de naves capazes de pousar em uma pista. Assim que possível, portanto, precisamos de um substituto de verdade para o ônibus espacial, que faça o que ele faz.
G1 - O que você espera de sua visita ao Brasil?
Aldrin – Vou conversar com algumas pessoas envolvidas em astronomia, com empresários e com estudantes. Vou fazer um discurso e conversar sobre o futuro da exploração espacial. Espero conhecer pessoas interessantes. Conheço o Brasil e gosto muito do Brasil. Já visitei o Rio, São Paulo, Brasília e Manaus e já pesquei nos rios da Amazônia, onde naveguei até São Luís. Gosto muito do Brasil.
Itaipu suspendeu transmissão de energia por 25 minutos na tarde do apagão
Raios causaram problema às 13h31 em linha de transmissão, diz relatório. Às 22h13 do mesmo dia, blecaute causou falta de energia em 18 estados.
Relatório enviado por Itaipu Binacional ao Ministério Público Federal nesta segunda-feira (16) mostra que a usina hidrelétrica paralisou por 25 minutos a transmissão de energia na tarde do apagão que afetou 18 estados, no último dia 10.
No documento, obtido pela rádio CBN, Itaipu informa que "às 13h31 [do dia 10] houve o desligamento automático da linha de 765 kv Itaberá/Tijuco Preto 02, supostamente causado por descarga atmosférica, sendo ligado às 13h56 após análise das proteções atuadas".
O documento diz ainda que "sob recomendação do ONS [Operador Nacional do Sistema] durante o período de 13h30 às 19h15 o intercâmbio Itaipu/Eletrobras 60n Hz foi reduzido em até 1.400 MW em razão da ocorrência de descargas atmosféricas ao longo do sistema de 765 KV. No relatório consta ainda que às 19h30 foi fechado o vertedouro da Central Hidrelétrica de Itaipu, com o nível montante de 219,95 m". O apagão que afetou boa parte do Brasil começou às 22h13.
O relatório técnico do dia do apagão foi encaminhado ao Ministério Público Federal, a pedido da promotoria. Segundo a assesoria de Itaipu, este tipo relatório é produzido rotineiramente pela equipe técnica da usina.
O assessor da usina, Gilmar Piolla, disse que não viu o relatório, mas conversou com a equipe jurídica da usina, que informou que que o relatório não fala em "pane". Tratou-se de um procedimento de rotina de desligamento e religamento. Segundo o assessor, o procedimento nada tem a ver com o blecaute ocorrido no dia.
Apagão
O apagão afetou por cerca de quatro horas 18 estados entre a noite de terça-feira (10) e a madrugada de quarta (11). Segundo o Ministério de Minas e Energia, o blecaute aconteceu por curtos-circuitos provocados por uma forte "descarga atmosférica" (raios).
“Tanto o operador, como Furnas, como todos chegaram à conclusão de que o que aconteceu foram descargas atmosféricas, ventos e chuvas muito fortes na região de Itaberá, em São Paulo, o que provocou um curto-circuito em três circuitos que levam as linhas de transmissão de Itaipu para Itaberá”,explicou o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão em entrevista coletiva na quarta-feira (11), um dia depois do apagão.
Nesta segunda feira (16), o Ministério de Minas e Energia reafirmou que as descargas foram as responsáveis pelo apagão. De acordo com a nota divulgada nesta tarde, os curtos provocaram o desligamento de três linhas de alta tensão que transportavam energia da usina de Itaipu e do sistema Sul. Segundo o ministério, com a perda da usina de Itaipu e do fornecimento da região Sul, outras usinas também foram desligadas automaticamente na região Sudeste -a mais afetada.
‘Não quero virar uma estátua com pombos na cabeça’, diz Sting
Inglês falou a jornalistas sobre show que fará em São Paulo. Reunião com o The Police não está nos planos, afirma o músico.
“Se eu serei lembrado daqui a 50 anos? Eu não penso nisso. Não me interesso pela posteridade, apenas em como meus filhos e meus netos vão se lembrar de mim. Não quero uma estátua na Times Square. Não quero pombos em cima da minha cabeça”, diz Sting. Tranquilo aos 58 anos, o músico inglês falou a jornalistas sobre a apreentação que fará em São Paulo, como atração principal do festival Natura Nós About Us, no próximo domingo (22) na Chácara do Jockey. E garantiu que não vai tocar músicas de seu recém-lançado disco, “If on a winter’s night”. “O show vai ser completamente diferente do álbum novo. Estou indo ao Brasil com a minha banda de rock, com guitarra, teclado e bateria. Vamos tocar meus maiores sucessos, músicas do The Police, coisas da minha carreira solo, vai ser uma noite de rock ‘n’ roll barulhenta”, adianta. “Meu disco novo é bem calmo e introspectivo, então é completamente diferente. Como sempre faço, vou tocar músicas como ‘Roxanne’, ‘Message in a bottle’, canções que todo mundo conhece”, fala o artista, acrescentando que não se sente na “obrigação” de tocar músicas do Police. “Afinal de contas, fui eu quem as escreveu e arranjou. Tenho orgulho das minhas músicas.”
Quanto a uma possível reunião com o guitarrista Andy Summers e o baterista Stwart Copeland, o cantor é direto: “Não há chance. A turnê do Police já foi completada, fechamos um ciclo. Fez muito sucesso, as pessoas gostaram muito, foi uma das mais bem-sucedidas. Mas já passou, não preciso fazer isso de novo. Foi divertido enquanto durou.” O próprio Sting tem definido seu novo trabalho solo como um ensaio para a velhice. “É um álbum sobre o inverno. Acho que eu teria de explicar aos brasileiros o conceito de inverno, porque não há inverno no seus país. Eu diria que estou no inverno da minha vida, já que estou com 58 anos. É uma maneira de preparação. Para mim, música é terapia. É uma maneira de me preparar para a realidade da vida. As músicas do disco são reflexivas, introspectivas. Esse é o motivo pelo qual não vou tocá-las no domingo. Porque sempre é verão no Brasil. O álbum é o oposto disso.” Engajado, o músico revela que pode ir à Amazônia durante a estadia no país. “Como sempre, não posso me envolver com a política local, mas posso fazer com que a voz do povo seja ouvida”, acredita. “Acho que a conscientização das pessoas quanto à importância do ambiente está aumentando a cada dia, a cada ano. Os políticos estão sempre muito atrasados nesse quesito. Eles tomam decisões a curto prazo, e esse assunto requer criatividade a longo prazo.
De certo modo, os políticos não são as pesoas ideais, mas sinto que a conscientização das pessoas em geral está ficando mais sofisticada no sentido do quão importante é o ambiente.”
Sting diz ainda ter boas lembranças de sua passagem pelo Brasil em 1988, quando tocou no Maracanã para meio milhão de pessoas. “A música do Brasil é muito importante para mim. Adoro a música brasileira, de Villa-Lobos a Tom Jobim, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Gilbero Gil. Sempre fui muito curioso por música, sou muito guiado pela minha curiosidade, mais do que por motivos comerciais. Estou constantemente ouvindo coisas, é um território onde posso me expressar.” “As mulheres aí são lindas”, continua. “Tenho certeza que os homens são também, mas eu não reparo nisso”, ri. “Estou ansioso para pegar sol por uma semana. O Brasil tem uma mistura interessante em diferentes campos, ambiental, filosófico, social, tem coisas diferentes acontecendo, e a música reflete essa mistura. É incrível.”
TSE julga nesta terça processo de cassação do governador de Rondônia
Ivo Cassol responderá por compra de votos e abuso de poder econômico. Ele foi cassado pelo TRE-RO em 2008, mas liminar o mantém no cargo.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve julgar na noite desta terça-feira (17) o processo de cassação do mandato do governador de Rondônia, Ivo Cassol (PP), e de seu vice, João Aparecido Cahulla (PPS).Ambos foram cassados em novembro do ano passado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), por compra de votos na eleição de 2006, mas continuam nos respectivos cargos por força de uma liminar do TSE.
Em parecer enviado ao TSE em junho, o Ministério Público Eleitoral (MPE) recomendou a cassação do mandato de ambos. A ação que será julgada nesta terça teve origem no próprio TSE, ou seja, não se trata de um recurso contra a cassação proferida pelo TRE de Rondônia. No julgamento de hoje à noite, Cassol e Cahulla responderão por compra de votos e abuso de poder econômico.
O parecer do MPE cita depoimentos de testemunhas que dizem que funcionários de uma empresa de vigilância que prestava serviços para o governo de Rondônia teriam sido abordados, durante a campanha, com propostas para votarem em Cassol e em outros três candidatos em troca de R$ 100.
Segundo o MPE, um inquérito realizado pela Polícia Federal confirmou, por meio da quebra de sigilo dos funcionários da empresa, "centenas de depósitos" de R$ 100 feitos em agências do Banco do Brasil entre a tarde do dia 28 e a manhã do dia 29 de setembro de 2006, uma semana antes do dia das eleições.
A mesma denúncia culminou na cassação do senador Expedito Júnior (PSDB-RO), que, no último dia 5, foi substituído no Senado por Acir Marcos Gurgacz (PDT-RO), segundo colocado no pleito para senador em 2006. Em maio, a Justiça Federal determinou o afastamento de Ivo Cassol por 90 dias e de quatro delegados da Polícia Civil de Rondônia. No mesmo mês, porém, uma liminar do Tribunal Regional Federal suspendeu a decisão inicial, garantindo a permanência do governador no cargo. O MP acusou Cassol de usar delegados para coagir testemunhas e obstruir investigações da PF no processo que responde por suposta compra de votos nas eleições de 2006.
Afastamento
Em nota divulgada em novembro de 2008, Ivo Cassol disse não ter cometido irregularidades. "Sou inocente! Em toda minha vida pública jamais utilizei de subterfúgios ilegais para vencer qualquer eleição, tanto para prefeito quanto para governador", dizia o texto.
A assessoria do governador também negou as acusações, ao dizer que não há provas contra Cassol e que ele aguarda o julgamento “com serenidade”. Segundo o governo, a acusação é contra o então senador Expedito Júnior, que teria declarado em sua prestação de contas que houve pagamentos a título de remuneração profissional. O nome do governador, segundo sua assessoria, teria sido incluído por constar no verso do “santinho” do ex-senador.
'O figurino é menor que meu vestido', diz Geisy em gravação com o 'Casseta'
Universitária gravou com humoristas nesta segunda-feira (16). Estudante usou burca em sátira ao episódio na Uniban.
A universitária paulista Geisy Arruda, hostilizada por seus colegas de faculdade por usar um minivestido, finalmente aproveitou o lado bom da fama, nascida com a polêmica do qual foi alvo. Na tarde desta segunda-feira (16), a moça gravou uma participação especial no humorístico "Casseta & Planeta", da Rede Globo.
Nas duas cenas que irão ao ar na atração na próxima terça-feira (17), Geisy usou a tão famosa peça rosa de seu guarda-roupa, além de uma burca feita pela produção do "Casseta". "O figurino era mais curto que meu vestido!", contou a estudante em entrevista ao G1 no intervalo das gravações. "Foi uma experiência muito legal! Sempre fui fã dos cassetas. Eles fazem humor inteligente".
No episódio, os humoristas transformaram a Uniban em "Uniburka". A estudante contracenou com os humoristas Claudio Manoel e Helio de La Peña. "O Helio é muito engraçado, figura! Ele gravou vestido de Helena", revelou a estudante, se referindo ao papel do comediante no quadro "Vim ver artista", paródia da novela "Viver a vida".
Além da participação especial na atração, Geisy também foi entrevistada nos bastidores pelas apresentadoras Fiorella Mattheis e Geovanna Tominaga, do "Vídeo Show".
Apesar de estar bastante empolgada com a participação no "Casseta & Planeta", Geisy não faz planos de iniciar uma carreira na teledramaturgia. "Não posso dizer que fui atriz. Decorei as falas que me passaram e a experiência valeu a pena, foi divertido".
Dinho Ouro Preto segue internado na UTI em São Paulo
'Paciente evolui satisfatoriamente', diz boletim divulgado segunda (16). Segundo hospital, ele foi transferido para tratamento de quadro infeccioso.
Dinho Ouro Preto, vocalista da banda Capital Inicial, segue internado na UTI do hospital Sírio Libanês, em São Paulo, para onde voltou na tarde de sexta-feira (13). Segundo boletim médico divulgado nesta segunda-feira (16), "o paciente evolui satisfatoriamente".
O artista, que já estava se recuperando no quarto comum, teve de ser encaminhado para a Unidade de Terapia Intensiva para tratamento de um quadro infeccioso. No dia 31 de outubro, o cantor caiu do palco, de uma altura de 3 metros, durante um show na cidade de Patos, em Minas Gerais.
Dinho sofreu traumatismo craniano leve e fraturas nas costelas. Ele chegou a apresentar melhora na semana passada e havia deixado a UTI.
No último dia 4, o roqueiro escreveu uma carta otimista aos fãs, postada na página do Capital Inicial na internet.
“Gostaria de dizer que todo dia me sinto um pouco melhor. Por fim, quero reiterar o agradecimento à solidariedade e às mensagens que vêm dos quatro cantos do País. Isso não pára de me lembrar qual o propósito da minha vida: nossos fãs”.
Em entrevista ao G1, o baterista do Capital Inicial, Fê Lemos, contou que a banda entraria em estúdio para gravar um novo álbum e que Dinho acompanharia a produção das músicas via Skype, com um laptop que tinha em seu quarto no hospital.
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