Cleo Pires sofre aborto no filme 'Lula, o Filho do Brasil'
Rio - Aí está a cena do filme ‘Lula, o Filho do Brasil’, em que Lurdes (Cleo Pires), primeira mulher do atual presidente (interpretado por Rui Ricardo Diaz), sofre um aborto do primeiro filho dele, aos oito meses de gravidez, e morre.
Coincidentemente, esta semana a personagemde Cleo em ‘Caminho das Índias’, Surya — que na trama inventou para a família estar grávida de Amitav (Danton Mello) —, simulou um aborto para que não descobrissem sua falsa gravidez. As cenas do filme foram rodadas na Beneficência Portuguesa de São Caetano terça-feira, em São Paulo.
Ontem, Cleo filmou com sua mãe verdadeira, aatriz Glória Pires, que no longa de Fábio Barreto vive dona Lindu, mãe de Lula. Semana que vem, Glória e Cleo terminam suas participações.
Pacote habitacional: Prestações serão menores
Pacote terá parcela até 10% mais barata, com fim ou redução do seguro obrigatório. Também deverá gerar 1,5 milhão de empregos no País. No Estado do Rio, serão 150 mil vagas
Rio - A prestação do financiamento da casa própria poderá ficar 10% mais barata, com o fim ou a redução do seguro habitacional obrigatório dos contratos pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação). Além disso, só a construção de 500 mil moradias no País este ano (a meta é de 1 milhão até o fim de 2010) vai gerar 1,5 milhão de empregos com carteira assinada — 75% do mercado atual (2,1 milhões de pessoas). No Rio, serão 150 milvagas. Segundo o Sinduscon-Rio (Sindicato da Indústria da Construção Civil),salários variam de R$ 655 a R$ 2.200 (de serventes a mestres-de-obras). A meta faz parte do pacote habitacional, que será anunciado este mês, para reduzir os impactos da crise mundial. O governo federal planeja construir 1 milhão de moradias até 2010. As medidas visam facilitar famílias com renda de até 10 mínimos (R$ 4.650), com benefícios maiores para as que recebem até cinco pisos (R$ 2.325) — faixa do déficit habitacional de 7,2 milhões de moradias.
Outra novidade, o seguro-desemprego da casa própria, vai permitir que o mutuário, mesmo tendo sido demitido, fique até 36 meses (3 anos) sem pagar o imóvel e sem correr o risco de perdê-lo. Isso será possível graças à criação de um fundo garantidor, que terá R$ 800 milhões do Tesouro Nacional, para bancar as prestações em caso de desemprego. Mais tarde, o mutuário terá que acertar as contas desse benefício. A cobrança poderá ser feita no fim do contrato ou diluída nas parcelas.
Segundo o conselheiro da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), Rodolpho Vasconcelos, a medida é positiva e já houve modelo parecido por meio do FCVS (Fundo de Compensação das Variações Salariais) — criado para cobrir o saldo devedor no fim do contrato.
“O problema é que o fundo foi usado com outra finalidade, acabou perdendo foco e gerando um rombo de US$ 60 bilhões”, lembra Vasconcelos. De acordo com o governo, quanto maior a renda dotrabalhador, menor o prazo para ficar sem pagar o empréstimo habitacional.
Para o presidente do Sinduscon-Rio (Sindicato da Indústria da Construção Civil), Roberto Kauffmann, o governo deveria copiar modelos de sucesso usados no México e na Espanha. “Esses países criaram também um banco de empregos para ajudar os desempregados e cursos de capacitação de mão-de-obra”, conta Kauffmann.
O secretário estadual de Habitação, Leonardo Picciani, adiantou que o estado já tem 90 mil pessoas interessadas na compra do imóvel: “Esse cadastro garante a demanda e elimina os custos de corretagem e marketing.Estamos desenvolvendo vários projetos habitacionais para famílias com renda até três mínimos (R$ 1.395)”.
O fantasma da Tabela Price
Fantasma do passado no mercado imobiliário, a Tabela Price, cogitada para ressuscitar no pacote do governo, fará com que o mutuário pague mais juros na compra do imóvel. A prestação inicial começa menor e vai ficando maior. Segundo o governo, seria uma forma de beneficiar mais famílias de baixa de renda na compra do imóvel. Para o Ibedec (Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo), é um meio de o mutuário sonhar com a moradia e depois perdê-la por não conseguir pagar. Também de acordo com o Sinduscon-Rio, a volta da Price é um retrocesso. A Caixa Econômica Federal não opera com a Price há seis anos. Usa somente a SAC (Sistema de Amortização Constante), em que a prestação começa maior e vai caindo (ou seja, é decrescente), porque há mais amortizações no início do contrato. Rodolpho Vasconcelos, da Ademi, explica que, quando a prestação inicial é menor, há capacidade de endividamento maior. “É uma forma de estimular a pessoa a comprar. Mas pagará mais caro pelo empréstimo”, disse Vasconcelos, lembrando que até os bancos migraram para SAC, por ser mais segura: “Como a prestação é maior no início e o financiamento menor, o risco para o agente financeiro diminuiu”.
Mais vans para a saúde Corpo de Bombeiros repassa para municípios do interior do estado 65 veículos para melhorar o transporte de pacientes
Rio - A Secretaria Estadual de Saúde entregou ontem 65 vans que estavam há cinco meses paradas em unidade cedida à Defesa Civil tilharia de Campanha (GAC), em São Cristóvão.
CUSTO
A reportagem mostrou ainda que 20 vans foram compradas sem licitação. O estado pagou R$ 112 mil por unidade. O mesmo modelo, com especificações idênticas, sai por R$ 88.800 (com frete e impostos) em concessionárias do Rio. A quantia paga pela secretaria é 26% mais cara do que sairia em loja da Renault.
Cada uma das 55 vans da marca Peugeot custou ao estado R$ 95.100. No entanto, levantamento por O DIA mostrou que o mesmo modelo poderia ter sido adquirido na concessionária Ago, da Barra, por R$ 80 mil, R$ 15.100 a menos em cada uma. Em nota, a Secretaria de Saúde disse que R$ 95.100 foi o menor valor apresentado na licitação.do estado. Os veículos serão utilizados para transportar pacientes que fazem tratamento médico em outros municípios. Segundo a secretaria, outras 23 vans terão o mesmo destino, tão logo os municípios para os quais elas serão enviadas apresentem os documentos necessários.
Os veículos foram comprados com verba solicitada por deputados estaduais, em emendas orçamentárias aprovadas pela Assembléia Legislativa do Rio (Alerj). A maioria das vans foi destinada aos redutos eleitorais dos parlamentares que conseguiram aprovar suas emendas.
Essas 65 vans são parte das 78 mostradas por O DIA — em reportagem de 15 de fevereiro — que estavam paradas desde setembro no pátio no 21º Grupo de Ar
CÔRTES NEGA SUPERFATURAMENTO
O secretário estadual de Saúde, Sérgio Cortês, disse, durante a entrega das vans, que não houve superfaturamento na compra: “O preço pago por unidade está dentro do valor de mercado, como mostram as atas de registro de preço de licitações promovidas pelo TRT de Curitiba e IP Serviços Militares do Estado de Minas, entre outras”. A justificativa para a morosidade na entrega das vans esbarra em questões políticas. Os recursos para comprar 2 lotes de vans vêm de emendas de deputados estaduais ao orçamento de 2008. “Os veículos serão entregues de uma só vez para evitar possíveis alegações de beneficiar este ou aquele parlamentar”, afirmou mês passado, em nota, o subsecretário César Romero.
Unhas que duram até 3 semanas fazem sucesso em salões cariocas
É usada uma mistura de acrílico com gel. Técnica custa cerca de R$ 100 e tem manutenção a partir de R$ 54.
Fazer a unha uma vez por mês e, ainda assim, mantê-las com esmalte intacto e formato impecável é sonho de consumo para muitas mulheres. Depois da porcelana e do silicone, as unhas, sobretudo as roídas, fracas e quebradiças, ganharam um novo aliado: o acrigel.
“É mais natural que a porcelana”, atesta a manicure Wilza Karla do salão Pedro Paulo, no Rio. O produto, conta ela, é uma mistura de acrílico com gel e, além da durabilidade, permite desenhos e pinturas criativas.
É preciso paciência e dinheiro porque, para que as duas mãos fiquem prontas, o tempo de espera é de, pelo menos, uma hora e, no mínimo, R$ 100. Já a manutenção, que pode ser feita de 15 em 15 dias ou de mês em mês, varia entre R$ 50 e R$ 70, dependendo do salão. O nome da técnica, dizem os usuários, é da primeira marca vendida no Brasil. Mas já existem outros produtos importados com as mesmas qualidades.
160 unhas por mês
No Atelier das Unhas, são feitas, em média, 160 unhas de acrigel por mês. “E a procura tem aumentado bastante”, conta a sócia e manicure Shirley Dias, que faz entre oito e nove por dia. “As pessoas demoraram para descobrir que não é mais aquela unha postiça antiga, que cola. Hoje a mulher não tem tempo de ir no salão toda semana”, diz ela. A dentista Ângela Goulart, de 54 anos, foi uma das primeiras adeptas na cidade e aprova. “Minha unha é fraca, com ranhuras, o esmalte sai muito rápido. Com o acrigel dura até três semanas”, diz.
‘Não consigo mais sair de casa’, diz empresário jogado da Niemeyer
Ele conta que, depois do assalto, os suspeitos buzinaram para a polícia. Fuzil de policial serviu de apoio para o puxá-lo na hora do resgate.
“Não consigo sair de casa”, desabafa o empresário Marcelo José de Souza Viana, ainda traumatizado pela violência que passou ao ser empurrado por assaltantes do alto da Avenida Niemeyer, na Zona Sul do Rio, na madrugada da última quarta-feira (4).
Em entrevista à apresentadora Ana Maria Braga, no programa Mais Você, ele contou detalhes da ação dos criminosos e do resgate que o salvou, junto com a namorada Paula Guimarães Barreto.
De acordo com Marcelo foi Paula, que ficou presa numa altura mais próxima à mureta de onde foram jogados, quem chamou a polícia. “Quando ela subiu, a polícia estava passando na hora, e ela gritou. Um policial ficou e a polícia saiu atrás deles”, lembra ele, que foi resgatado com a ajuda do cano do fuzil do PM, que serviu de apoio. “Ele chegou a chamar os bombeiros, mas foi o próprio policial que me ajudou a subir”, diz.
Assaltantes buzinaram para a polícia
Mesmo depois de resgatados, conta Marcelo, o casal ainda viveu minutos de tensão. Ao relatar detalhes do caso e do carro aos policiais, a patrulha reconheceu o veículo como um que passou buzinando no sentido contrário da pista. “Eles ainda receberam a informação de que eles podiam estar voltando pela própria Niemeyer e nos escondemos. Achei que ia ter um tiroteio”, afirma o empresário, que, no entanto, não pensa em deixar a cidade. “Não penso em me mudar, minha vida tá aqui. Assusta saber que a gente tá numa cidade dessas, mas não é o Rio, o Brasil todo tá assim. Por isso, eu tô aqui. Minha esperança é de tanto clamar, um dia o Brasil dê certo.”
Suspeitos foram presos e reconhecidos
Na noite da própria quarta, quatro suspeitos foram encontrados machucados pela polícia na favela da Rocinha, próximo de onde aconteceu o crime. Segundo a polícia, eles teriam sido espancados por traficantes da comunidade, incomodados com a ação da policial no local após a repercussão do caso. Com eles, foram encontrados pertences da publicitária. Os quatro vão responder por latrocínio tentado, quando há roubo e tentativa de homicídio. Se condenados, eles podem pegar de 20 a 25 anos de prisão. Marcelo e Paula reconheceram os presos, que acabaram confessando o crime .
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