Casa própria vai ficar mais barata depois do Carnaval
Pacote favorece famílias com renda de dois a 10 mínimos, além de reduzir impostos e juros
Rio - Passada a folia do Carnaval, o governo federal vai finalmente anunciar o pacote habitacional para baratear a casa própria e estimular o setor da construção civil — um dos que mais geram empregos em todo o País. A principal meta da proposta é beneficiar com facilidades de acesso e linhas de crédito especiais famílias com renda mensal de 2 a 10 salários mínimos (R$ 930 a R$ 4.650) — faixa considerada a nova classe média na Era Lula.
Entre os incentivos mais esperados está a redução ou mesmo a isenção do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) na cesta de material de construção — medida já tomada há alguns anos e que contribuiu para aumentar a arrecadação de impostos, segundo dados da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção).
Visando também reduzir o preço final dos imóveis, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem negociando com os governadores uma redução do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).
O governo deve adquirir moradias para revendê-las, sempre a baixo custo, através de financiamentos populares, com juros menores, oferecidos pelo Banco do Brasil ou pela Caixa Econômica Federal. Atualmente, essa alternativa existe por meio do PAR (Programa de Arrendamento Residencial), em que as famílias pagam como se fosse um aluguel social para, no final, se tornarem proprietárias.
Outra mudança esperada,segundo o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio de Janeiro (Sinduscon-Rio), Roberto Kauffmann, é extinguir o custo de corretagem e marketing de comercialização de casas mais simples — medida que também contribui para desonerar o valor final da moradia.
Os bancos privados também sugerem que o governo crie um fundo garantidor para que eles possam financiar a baixa renda — ou seja, o próprio governo seria uma espécie de avalista do mutuário que deixasse de pagar a esses agentes financeiros.
Kauffmann lembra que o setor também apresentou um modelo usado comsucesso no México e na Espanha, que permite ao mutuário ficar até seis meses sem pagar o financiamento, sem correr o risco de perder o imóvel. O montante que ele deixar de pagar vai para o saldo devedor. Pode-se ainda criar um banco de empregos para recolocar o trabalhador no mercado mais rápido.
Limite sobe para R$ 500 mil
Está praticamente certo que os contratos assinados pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação) terão o teto do valor do imóvel financiado ampliado de R$ 350 mil para R$ 500 mil. Essa medida beneficia a classe média mais alta, que poderá usar o saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para comprar imóveis mais caros. A modalidade de contrato permite a utilização do FGTS para dar entrada no imóvel, pagar parte das prestações, amortizar o saldo devedor e quitar o empréstimo habitacional.
INCENTIVOS
RENDA Famílias com renda de 2 a 10 mínimos (entre R$ 930 e R$ 4.650) terão subsídios e taxas de juros menores.
IPI O setor de material de construção já acenou que haverá nova redução desse imposto na cesta de produtos. Haverá uma lista de mercadorias contempladas.
ICMS Imposto também poderá ser reduzido. A idéia do governo é baratear ao máximo o custo final do imóvel. O presidente Lula negocia com governadores. GARANTIA Bancos privados sugerem a criação de um fundo garantidor — recurso do governo federal para bancar a dívida do mutuário em caso de inadimplência. SEGURO Mutuário poderia ficar até seis meses sem pagar o financiamento. O montante seria embutido no saldo devedor. O modelo não deixaria o imóvel ir a leilão por falta de pagamento. Haveria também um banco de empregos para recolocação.
Marinha oferece 1.900 vagas
Força inscreve candidatos à Escola de Aprendizes-Marinheiros, este ano com 200 oportunidades a mais. Durante o curso, o aluno receberá bolsa-auxílio de R$ 631
Rio - Para quem pensa em ingressar nas Forças Armadas, a Marinha está com seleção em aberto para a Escola de Aprendizes-Marinheiros. Este ano são oferecidas 1.900 vagas, 200 a mais do que o determinado nos concursos anteriores. Durante o curso de formação, o aluno recebe bolsa-auxílio de R$ 631, e, após os 11 meses de especialização, os vencimentos sobem para R$ 1.188,17.
A seleção é voltada apenas a jovens do sexo masculino, com Ensino Fundamental completo (ou que estejam cursando o último ano) e 18 anos completos e menos de 22 anos de idade no primeiro dia de janeiro de 2010 (nascidos entre 2 de janeiro de 1988, inclusive, e 1º de janeiro de 1992, inclusive). É preciso ainda ser solteiro, não ter filhos e estar em dia com obrigações eleitorais.
O curso acontece em uma das quatro Escolas de Aprendizes-Marinheiros, nas cidades de Florianópolis, Vitória, Recife e Fortaleza. Concurso terá prova escrita, seleção psicofísica, teste de suficiência física e verificação de dados biográficos. Além da formação militar, alunos têm alimentação, alojamento, farda, assistências médica e odontológica e participam de atividades culturais e recreativas.
Os cursos de formação têm até seis meses de duração. Após a conclusão com aproveitamento, os novos militares poderão ser deslocados para servir em qualquer região do País. Os marinheiros são encaminhados às OMs (organizações militares), em terra ou mar. No entanto, como mais de 70% dos órgãos da Marinha estão sediados no Rio, a maioria acaba seguindo carreira dentro do estado.
Apenas nos casos da Escola de Aprendizes e Corpo Auxiliar de Praças, a patente máxima alcançada é capitão-de-mar-e-guerra. Quanto mais alta a patente, mais vantajosos os benefícios. Nas três Forças, militares têm direito a atendimento ambulatorial e hospitalar subsidiados, financiamento da casa própria e serviços agregados a vantagens financeiras, como seguros diversos e previdência privada.
CANDIDATE-SE
Inscrições até 2 de março em www.ensino.mar.mil.br ou à Rua Visconde de Itaboraí 69, Centro do Rio; Rua Comandante Ituriel s/nº, Fluminense, São Pedro da Aldeia; Avenida Marques de Leão s/nº, Centro, Angra dos Reis; e Avenida Governador Geremias de Mattos Fontes s/nº, Centro, Friburgo. Taxa (R$ 10) poderá ser paga até 5 de março.
A Marinha paga auxílio-alimentação, auxílio-transporte, adicional de férias e adicional natalino. A seleção é voltada apenas a jovens do sexo masculino, com Ensino Fundamental (pelo menos cursando o último ano).
INSS só voltará a pagar benefícios após o Carnaval
Rio - Aposentados, pensionistas e demais beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que ganham até o piso nacional (R$ 465) e têm cartão de pagamento com final 4 (sem considerar o dígito) vão receber o dinheiro somente na quinta-feira após o Carnaval, dia 26.
O instituto lembra que os pagamentos serão suspensos durante o feriado e na Quarta-Feira de Cinzas, quando os bancos vão funcionar em horário especial. Até o fim desta semana, serão pagos todos os benefícios daqueles que ganham até um salário mínimo.
Até o dia 6 do mês que vem, a Previdência Social vai pagar mais de 26 milhões de benefícios da folha de fevereiro, escalonada em 10 dias úteis. Na semana de 2 a 6 de março, será depositado o pagamento para todos os segurados que recebem acima do mínimo — já com o aumento de 5,92% concedido este mês pelo governo federal e retroativo a 1º de fevereiro — e os que recebem até um mínimo, mas têm cartão de pagamento com finais de 6 a 0.
O INSS disponibiliza a central de atendimento (135) para tirar dúvidas sobre o calendário. Quem tem acesso à Internet pode buscar as informações no site do Ministério da Previdência (www.previdencia.gov.br). Basta clicar no link ‘Extrato de Pagamento de Benefício’, que fica na seção ‘Agência Eletrônica: Segurado’, no centro da página principal. O segurado pode imprimir esse documento, que fica disponível a partir do dia em que o pagamento é depositado no banco.
O INSS está convocando 231 segurados em auxílio-doença, com vencimento em dois anos, que informaram seus endereços errados. As notificações retornaram com a informação de localização incorreta. A perícia médica tem como finalidade reavaliar a incapacidade laborativa desses usuários. Os convocados têm 10 dias, a contar da data de publicação do edital, para agendar a nova perícia. O agendamento pode ser feito pela Central 135 ou pela Internet.
O manual do turista seguro
Donos de albergues e especialistas em turismo dão dicas para evitar os ataques de criminosos
Rio - Filtro solar, óculos escuros, mapa da cidade e uma boa dose de cautela e atenção. O manual do turista no Rio requer, principalmente em tempos de cidade cheia, uma boa dose de malandragem. Quem dá a dica é Pauline Grosso, dona de uma pequena pousada em Santa Teresa, que, de tanto ver os descuidos dos visitantes, elaborou um pequeno guia para orientar quem se hospeda na Casa da Gente. “Nosso papel é tranqüilizar os visitantes, que chegam achando a cidade mais perigosa do que a realidade. No fim, sempre saem com uma impressão melhor”, garante.
As sugestões são dadas em uma boa hora. Em apenas dois dias da semana passada, mais de 70 turistas foram assaltados no Centro, Santa Teresa e Zona Sul. A dona da pousada admite que os episódios mancham a imagem do Rio. “Alguns turistas chegam a pensar que correm risco de vida. Falta cuidado com o visitante e policiamento nos principais pontos turísticos”, critica.
Pauline, que recebe visitantes principalmente da França, ensina que o primeiro procedimento é evitar o que chama de ‘atitude de gringo’: “Pedimos que não usem bolsas chamativas, nem protegidas na frente do corpo. Isso chama mais a atenção ainda”. Outra dica é andar com pouco dinheiro, no máximo R$ 100 por dia, em notas de pouco valor.
Documentos originais devem ser substituídos por cópias e os celulares, por cartões telefônicos. “Cuidado também com as câmeras, que não devem ser expostas. Vale descarregar as fotos diariamente para, caso haja o furto, não perder as lembranças”. Fora da cidade há 20 anos, a bióloga Soraia Jordy, 48, veio de Tocantins para passar o Carnaval com a família. Ainda no aeroporto, o marido dela, Valmir Santana, 45, tirou relógio, pulseira e cordão. “As notícias muito ruins. Assaltos acontecem em qualquer grande cidade, mas não custa tomar precauções. Alugamos um carro com ar-condicionado para evitar os vidros abertos”, disse Soraia.
O empresário mexicano Carlos Salazar, 43 anos, está em sua quarta visita ao Rio e vai ver o desfile na Sapucaí. “A câmera fica sempre na bolsa e me agarro a ela. Também evito sair da Zona Sul, onde sei que o policiamento é reforçado”, disse.
As amigas brasilienses Ana Maria Borges, 25 anos, Luciana Arruda, 30, e Kelly Ângela, 24, vão tirar fotografias em uma máquina comum. “Deixamos a digital em casa. Se acontecer alguma coisa, o prejuízo será menor”, disse Luciana.
ALBERGUES: SEGURANÇA
A Federação Brasileira de Albergues da Juventude afirma que o Rio é a cidade que mais recebe turistas em estabelecimentos deste tipo no País — são mais de 20 mil visitantes por ano. Salvador, na Bahia, e Foz do Iguaçu, no Paraná, ficam, respectivamente, em segundo e terceiro lugares.
“Regularmente entramos em contato com os albergues para ver se eles querem se credenciar à nossa rede. Nossos estabelecimentos têm mecanismos de segurança própria, como câmeras e empresas de segurança privada trabalhando”, diz a secretária executiva da Federação, Ana Maria Rodrigues.
Na cidade, de um total de cerca de 90 estabelecimentos existentes, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-RJ), apenas seis estão credenciados na Federação. Nos dois albergues assaltados na semana passada, os sistemas de câmeras não estava funcionando.
Vem aí o cadastro positivo
Sistema vai favorecer os bons pagadores com taxas mais baixas em crédito nos comércios
Rio - Taxas de juros até 30% mais baixas e maior oferta de crédito — pela primeira vez no País, consumidores poderão ser beneficiados por pagar as contas em dia. O projeto de lei que prevê a criação do cadastro positivo deve ser votado no começo de março pela Câmara dos Deputados. Antes, deverão ser feitas algumas alterações na proposta, como a exigência de que a inclusão do nome no cadastro só possa ser feita a partir de autorização por escrito do consumidor. Se for aprovado, o projeto será levado para votação no Senado para depois ser sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Inédito no Brasil, o sistema funciona como uma referência positiva das finanças dos clientes. Segundo Claudia Amira, gerente de soluções da Equifax, o cadastro permite que bons pagadores tenham acesso a taxas diferenciadas, ou seja, mais condizentes com seus perfis. “Com a lista, consumidores vão conhecer sua própria força. Quem é adimplente vai passar a exigir juros menores”, afirma ela.
SISTEMA É USADO PARA QUEM TEM CONTA EM BANCO
Sistema similar ao cadastro positivo funciona hoje no Banco Central. A diferença é que, nesse caso, as informações se restringem aos clientes de instituições financeiras. Cornélio Pimentel, chefe do Departamento de Monitoramento do Sistema Financeiro, explica que a legislação não proíbe o cadastro. “A lei diz que o compartilhamento de informações no âmbito do sistema financeiro não constitui quebra de sigilo bancário, portanto, não é ilegal”, ressalta. O Banco Central, segundo Pimentel, é a favor do projeto: “Nós, inclusive, participamos da proposta do governo para elaborar o cadastro positivo”. Para fazer parte do cadastro, caso o projeto vire lei, o consumidor deverá preencher a autorização na loja em que efetuar a compra, no ato do pagamento. A partir daí, sempre que for comprar algo, o estabelecimento que tiver acesso ao sistema poderá checar todos os pagamentos anteriores feitos por aquele cliente. É referência de bom pagador, um histórico financeiro.
O destino do 'ressarcimento'
Só para gasolina, deputados do Rio receberam o suficiente para 352 viagens de carro até Brasília
BRASÍLIA - Os deputados federais do Estado do Rio gastaram R$ 6,8 milhões em verbas indenizatórias somente no ano passado. Desse total, R$ 1,13 milhão encheram o tanque dos automóveis da bancada — o suficiente para percorrer 422 mil quilômetros ou fazer 352 viagens de carro do Rio para Brasília. Dos 46 deputados que compõem a bancada, 26 usaram mais de R$ 170 mil dos R$ 180 mil anuais destinados ao ressarcimento. O deputado do Rio que mais gastou em gasolina em 2008 foi Eduardo Lopes (PSC), com a utilização de mais de R$ 50 mil da verba indenizatória para encher o tanque.
Enquanto a sociedade aguarda a publicação discriminada dos gastos na Internet, medida prevista para o mês de abril, o único mecanismo de transparência para acompanhar o uso do dinheiro público divide a verba em tipos de gastos. No quesito “locomoção, hospedagem e alimentação”, por exemplo, a deputada Suely (PR), que ganhou notoriedade ao se eleger vereadora do Rio pelo Prona com o nome “Senhorita Suely”, usou R$ 152 mil nessa rubrica. A assessoria da parlamentar informou a O DIA que Suely tem contrato assinado com empresa de locação de veículos para percorrer o estado. Em seu nome, a deputada tem um Pólo avaliado em R$ 25 mil, de acordo com sua declaração de bens na Justiça Eleitoral. Só com a verba que gastou em 2008, poderia comprar seis veículos semelhantes ao seu ou três automóveis de luxo.
SENADORES: DE R$ 165 MIL A R$ 171 MIL
Os senadores do Rio também não dispensam as verbas indenizatórias. Marcelo Crivella (PRB) gastou R$ 171 mil, Francisco Dornelles (PP), R$ 167 mil, e Paulo Duque (PMDB), R$ 165 mil em 2008 dos recursos do Senado para locomoção, divulgação e manutenção de escritórios parlamentares. O presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP) acenou com a possibilidade de acabar com a verba. Na Câmara, além da discussão de incorporar o benefício ao salário, em abril as notas apresentadas estarão ao alcance da sociedade, na Internet. Da bancada do Estado do Rio na Câmara e no Senado, os deputados Miro Teixeira (PDT) e Fernando Lopes (PMDB) foram os únicos que realizaram seus deveres parlamentares sem pedir nada de ressarcimento aos cofres públicos.
Glenda Kozlowski diz estar pronta para estrear na transmissão dos desfiles
Rio - Acabou a contagem regressiva de Glenda Kozlowski para fazer sua estréia, ao lado de Cléber Machado, narrando o desfile das escolas de samba do Grupo Especial do Rio, direto do Sambódromo.
A preocupação em fazer bonito foi tanta que há uma semana a apresentadora do ‘Globo Esporte’ mudou sua rotina do avesso. Afinal, são quase nove horas ao vivo por dia — hoje, a transmissão começa às 20h50.
“Quando estou cansada, a primeira coisa que me acontece é perder a voz. Então, desde o último fim de semana, comecei a virar a noite para me acostumar”, revela ela, acreditando que a dificuldade maior do trabalho vai ser manter o pique no dia seguinte. “Na primeira noite você está ansiosa, com uma carga de adrenalina enorme e tem muitas informações. A questão é a segunda-feira. E se o cansaço bater às 4h30 e ainda tiver duas escolas a desfilar?”, pondera.
Ciente da responsabilidade de substituir Maria Beltrão — que ocupou o posto por sete anos e quis sair para se dedicar exclusivamente ao ‘Estúdio i’ (da Globo News) — Glenda mergulhou (de cabeça) no samba há um mês e meio para descobrir o que chama de ‘novo mundo’. “Primeiro quis entender que mundo é esse que vou falar. Quem são essas pessoas? Como o carnavalesco transforma o enredo nessa ópera aberta? É a minha primeira experiência... estou descobrindo o Carnaval”, confessa Glenda, que entra para a lista ao lado de nomes como Fátima Bernardes, Isabela Scalabrini e Leilane Neubarth. “A Globo tem uma seqüência de mulheres nessa história que é um peso enorme. Sei que é uma exposição muito grande. Vou morrer de medo, mas ‘vambora’”, empolga-se a jornalista, que foi pega de surpresa com o convite da direção.
“Sempre tive problema com o meu cabelo por gostar dele comprido demais. No final do ano passado, ele estava enorme e a Teresa Cavalleiro (editora) me chamou. Na hora eu pensei: ‘Pronto, aí vem bronca’. Ela me perguntou: ‘Topa fazer Carnaval?’. Pô, legal. Topo. ‘Você não está entendendo... é para narrar com o Cléber’. Levei um susto e disse: ‘Eu? Estão loucos da cabeça? Não entendo nada, eu não sei’. Ela me mandou pensar... Não dormi naquela noite”, relembra Glenda.
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