A secretária norte-americana de Estado, Hillary Clinton, chegou nesta segunda-feira (16) ao Japão em sua primeira viagem oficial ao exterior desde que tomou posse de seu cargo em janeiro, parte de uma turnê que a levará também à Indonésia, à Coreia do Sul e à China.
O avião que levou a chefe da diplomacia dos Estados Unidos aterrissou no aeroporto de Haneda por volta das 19h30 (7h30, horário de Basília).
Hillary era aguardada por protestos em frente à Embaixada norte-americana em Tóquio. Os manifestantes criticavam o apoio norte-americano a Israel durante os ataques à Faixa de Gaza.
Durante sua visita ao Japão, que terminará na quarta-feira, Hillary deve se reunir amanhã com o ministro de Relações Exteriores do Japão, Hirofumi Nakasone, com o primeiro-ministro, Taro Aso, e com a imperatriz Michiko, que a receberá no Palácio Imperial para tomar chá.
A secretária de Estado americana viajará na quarta do Japão para a Indonésia e nos próximos dias visitará também Coreia do Sul e China.
Os principais temas das visitas, segundo o Departamento de Estado, são a crise econômica mundial e assuntos de segurança.
Dois submarinos nucleares - um britânico e outro francês - chocaram-se no Oceano Atlântico, divulgaram os dois países nesta segunda-feira (16).
O britânico HMS Vanguard e o francês Lê Triomphant sofreram danos graves no acidente, que aconteceu no começo deste mês.
Os radares de ambos não conseguiram detectar a presença do outro submarino nas proximidades.
O incidente está sendo investigado pelos dois países. O ministério britânico da Defesa não comentou o acidente, mas afirmou que aspectos de segurança nuclear não foram violados.
Tanto a França quanto a Grã-Bretanha afirmam que não houve risco de um incidente nuclear mais grave, apesar de ambos submarinos estarem carregando mísseis.
As duas embarcações têm cerca de 150 metros de comprimento e transportavam uma tripulação de cerca de 120 marinheiros cada. O governo francês disse que nenhum dos seus marinheiros ficou ferido.
O HMS Vanguard já chegou à base de Faslane, na Escócia. A embarcação, inaugurada em 1992, é um das quatro submarinos britânicos que possuem mísseis nucleares Trident.
Um menino de 1 ano e 3 meses foi internada por overdose de cocaína no Hospital e Pronto Socorro de Várzea Grande, em Mato Grosso. De acordo com informações da polícia, a vítima teria comido pasta-base de cocaína encontrada em cima da cama da mãe, às 10h deste sábado (14). Segundo a Secretaria de Saúde de Várzea Grande, o bebê passou por uma lavagem estomacal para a retirada de possíveis resíduos da droga do organismo da criança.
De acordo com o diretor do Pronto Socorro de Várzea Grande, João Botelho, o bebê está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da unidade hospitalar e o estado de saúde é considerado estável.
O bebê deve receber alta e seguir para um quarto ainda nesta segunda-feira (16). A alta médica definitiva ainda não está prevista.
Ainda de acordo com a secretaria, a mãe do menino tem 17 anos e é usuária de drogas. Ela está foragida da polícia.No sábado, a criança foi socorrida pela avó, que chegava ao local e viu a mãe do bebê correndo pela rua com o filho no colo, já desmaiado.
O Conselho Tutelar da cidade já foi acionado e a guarda provisória da criança deve ser passada para familiares.
Chávez vence referendo na Venezuela e pode se candidatar para 3º mandatoA emenda constitucional que propõe a reeleição ilimitada do presidente e dos detentores dos demais cargos públicos na Venezuela foi aprovada no referendo realizado neste domingo (15), com 54,36% dos votos, anunciou a presidente do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), Tibisay Lucena.
A eleição definiu que qualquer pessoa já no poder poderá disputar uma reeleição indeterminadamente. A vitória do "sim" beneficiou o presidente Hugo Chávez, que fez campanha por esse resultado. Ele pode agora se candidatar para um terceiro mandato consecutivo em 2012, e assim por diante.
A oposição conseguiu 45,63% dos votos, segundo este primeiro boletim oficial. A abstenção foi de 32,95%, segundo o CNE.
Os centros de votação do referendo foram fechados neste domingo às 18h11 local (19h41 no horário de Brasília), anunciou o CNE.
"Queremos felicitar o povo da Venezuela por seu comportamento cívico e democrático no dia de hoje. Foi um dia extraordinário", felicitou Lucena.
"Abrimos de par em par as portas do futuro. A Venezuela não voltará ao passado da indignidade. Foi uma grande vitória! Aqui está o povo de Simón Bolívar levantando as bandeiras da dignidade! Vitória, vitória, vitória popular!", afirmou Chávez para uma multidão diante do palácio presidencial de Miraflores em Caracas.
O presidente considera que precisa de mais dez anos no poder para consolidar a "revolução bolivariana" e aprofundar as conquistas sociais que afirma ter obtido desde sua eleição em 1998.
"Vocês escreveram hoje meu destino político, o destino de minha vida, e eu quero dizer a vocês que eu assumo com plenitude. Hoje quero jurar de novo (...) que me consagro plenamente ao serviço do povo venezolano", prometeu.No entanto, Chávez sabe que a Venezuela, maior produtora de petróleo da América do Sul, atravessa uma situação econômica complicada pela queda dos preços do combustível, sua principal fonte de recursos. Além disso, com a maior infação do continente (mais de 30% em 2008) o cenário pode colocar em perigo os populares programas sociais do governo. Os defensores de Chávez consideravam a emenda vital para consolidar a "revolução bolivariana" e o que chamam de "socialismo do século XXI". Os opositores afirmavam que a emenda atentava contra o princípio da alternância, consagrado na Constituição, e lembraram que a reeleição sem limites já fora rejeitada em um referendo em 2007. Também afirmaram que a modificação da Carta Magna respondia ao desejo do presidente de perpetuar-se no poder.Em seu discurso, Chávez declarou que a "verdadeira perpetuidade" é a da pátria e opinou que seu governo "ha ressuscitado a pátria que estava morta".
O líder cubano Fidel Castro foi o primeiro a enviar felicitações a Chávez por sua vitória.
"A primeira mensagem que recebi para o povo venezuelano foi a de Fidel Castro", afirmou Chávez ante uma multidão que se reuniu nos arredores do palácio presidencial para celebrar o triunfo. "Querido Hugo, felicidades para ti e para teu povo or uma vitória que por sua magnitude é impossível de medir", afirmou Fidel Castro a Chávez, segundo o texto que o presidente venezuelano leu.
Em pesquisas de boca-de-urna citadas pelo ministro das Finanças e diretor do Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV, no poder), Alí Rodríguez, o "sim" já registrava uma vantagem 'irreversível'. "Hoje certamente é um dia de celebração", afirmou Rodríguez em coletiva de imprensa do PSUV, uma hora e meia antes do fechamento das mesas de votação. "Pelo que dizem todas as pesquisas de boca-de-urna, a tendência é irreversível e a resposta que o povo deu é irreversível", afirmou Rodríguez, que pediu que a oposição não dê início a atos de violência e reconheça os resultados.
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Década de Chávez na Venezuela beneficiou economia brasileira
Antes de virar 'socialista' com Chávez, Simón Bolívar foi evocado pela direita
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